Angelina Jolie
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Angelina Jolie pode ter pedido reabertura de processo contra Brad Pitt anonimamente

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São grandes as chances de que Angelina Jolie tenha acionado judicialmente seu ex-marido, Brad Pitt, a fim única e exclusivamente de incomodá-lo. Para explicar isso, no entanto, GLMRM faz uma retrospectiva: o principal motivo que resultou na separação e subsequente divórcio daquele que já foi o casal número um de Hollywood tem a ver com uma suposta discussão entre Pitt e seu primogênito, Maddox.

A discussão teria ocorrido em 2016, durante um voo privado da Europa para os Estados Unidos no qual os dois estavam a bordo, assim como os seis irmãos menores de idade de Maddox, então com 15 anos, e sua mãe, Angie. A certa altura do bate-boca, Pitt, que estaria supostamente alcoolizado, teria partido pra cima de seu herdeiro mais velho e o agredido fisicamente.

Dias depois desse episódio, Jolie anunciou ao mundo sua intenção de se divorciar do galã hollywoodiano ao mesmo tempo que tentou processá-lo pela suposta agressão contra Maddox, uma queixa que chegou a ser investigada pelo FBI e no fim acabou sendo arquivada por falta de provas.

Tudo isso foi bastante noticiado na época, mas a novidade agora é que na semana passada uma mulher tratada nos autos como “Jane Doe” – nome usado para pessoas não identificadas em processos que correm sob segredo de justiça nos EUA, cujo equivalente masculino é “John Doe” – deu entrada em pedido judicial para reabrir “o caso de um incidente envolvendo pai e filho e ocorrido em voo privativo rumo ao país que data de seis anos atrás e foi testemunhado por cinco crianças em idade escolar além da vítima, também menor de idade, e de sua mãe”.

Essa descrição é mais do que semelhante em relação ao que teria acontecido no tal voo de jatinho de 2016, mas mesmo assim não permite que os envolvidos na ação de reabertura de processo sejam identificados extraoficialmente, apesar da coincidência na descrição dos fatos.

Dito isso, é possível que Jolie tenha tirado esse esqueleto do armário requerendo a proteção judicial de sua identidade por possuir alguma nova prova ou informação relevante sobre o imbróglio que pode durar até 2027.

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