Miami Grand Prix
Foto: Carlos Goldman/Miami Dolphins

Pacote de hotel de R$ 5 mi e reforma de estádio de R$ 600 mi: as cifras por trás do Miami Grand Prix

0 Compartilhamentos
0
0
0
0
0

Depois de anos batalhando para ter seu próprio Grand Prix, Miami pretende fazer da primeira edição do evento esportivo de Fórmula 1 em suas terras a melhor de todas até hoje – e inclusive fora das pistas.

Inicialmente previsto para 2019, o Miami Grand Prix precisou ser adiado para 2021, por conta de atrasos nas adaptações para corridas de carros que precisaram ser feitas ao custo de quase US$ 120 milhões (R$ 600 milhões) no Hard Rock Stadium, seu palco nos Estados Unidos. O evento foi novamente remarcado, em razão de não ter podido ser incluído no calendário do ano passado da F1, para 2022, agora para valer e mais precisamente em 8 de maio, um domingo.

A véspera e a sexta-feira anterior prometem também marcar um dos maiores momentos de agito luxuoso que há tempos não se via por lá. Quer um exemplo? Hotel mais famoso e exclusivo da ensolarada cidade da Flórida, o Fontainebleau Miami Beach chegou a vender um pacote para turistas e fãs de F1 que vão fazer check-in no estabelecimento que inclui, além de estadia de três dias, a busca deles em seus locais de origem por jatinhos fretados, tudo pela bagatela de US$ 1 milhão (R$ 5 milhões) para o total de 14 pessoas.

Já esgotado, o pacotão milionário também vem com ingressos para o “Miami Race Nights”, um evento musical que servirá para marcar a reabertura do icônico espaço de shows BleauLive do Fontainebleau, e que nessa fim semana terá shows de música eletrônica estrelados por ninguém menos que Calvin Harris e David Guetta, dois dos maiores nomes do gênero musical.

Foto: Formula 1® Crypto.com Miami Grand Prix.

À parte as performances da dupla de astros da e-music no BleauLive, o Fontainebleau também aproveitará esse finde em clima de velocidade para reabrir um de seus open bars, no qual somente a entrada custa US$ 300 (R$ 1,5 mil).

Com ocupação de 100% entre essa sexta e o próximo domingo, o ícone da hotelaria americana que abriu as portas em 1954 e foi projetado pelo arquiteto americano Morris Lapidus, morto em 2001, cobrou diárias que variam de US$ 5 mil (R$ 25 mil) a US$ 55 mil (R$ 274,9 mil) por cada uma de suas 1,5 mil suítes, que deverão “ferver” de milionários e até bilionários naquele que promete ser um de seus momentos mais hypados dos últimos anos.

Você também pode gostar