O lado B dos casamentos mais poderosos pela Boutique de Três

0 Compartilhamentos
0
0
0
0
0
Em sentido horário, Edda Ugolini Martin, Elisa Tavares Bueno e Gizella Luglio || Créditos: Divulgação

Casamenteiras queridinhas de glamurettes e afins, Edda Ugolini Martin, Elisa Tavares Bueno e Gizella Luglio, são os nomes  por trás da Boutique de três, responsável pelos casamentos mais poderosos do país – desde o de Preta Gil e Rodrigo Godoy até o de Luiza Setubal e Gabriel Kairalla. Só para o Glamurama, elas entregam em bate-papo curiosidades, saias justas e excentricidades desta trajetória, que vai muito além do “sim”. À entrevista:

Glamurama: Qual foi a maior saia justa que vocês já passaram durante a organização de um casamento?
Boutique de 3: “Tivemos um casamento no qual uma senhora morreu no momento em que a noiva entrou na cerimônia, que era no mesmo local da festa. A senhora teve uma parada cardíaca fulminante, e como estava em uma área de mesas reservadas, próxima a uma sala da festa, a carregamos com a ajuda de um garçom para esta sala e fechamos a porta. As pessoas sentadas na mesma mesa que ela, acharam apenas que ela havia desmaiado e que sua pressão tinha caído. Tínhamos ambulância e UTI na festa e fizemos de tudo para reanimá-la, mas não teve jeito. Então, contamos o ocorrido apenas para o dono da casa, o pai da noiva, quando a cerimônia chegou ao fim, e ele nos pediu sigilo para que não se estragasse o clima da festa.  Conclusão: ficamos com a senhora morta em uma salinha ate as 8h da manhã, quando o IML chegou para buscá-la. Já a festa, rolou animada ate as 5h. A Sra não estava acompanhada de ninguém da família e era tia-avó da noiva.”

Glamurama: Qual foi o pedido mais excêntrico que uma noiva já fez para vocês?
Edda Ugolini Martins: Uma vez tivemos uma noiva que queria entrar em uma liteira, cadeira portátil usada no oriente para carregar reis, no meio da pista de dança. Com jeitinho conseguimos fazê-la mudar de ideia, pois achamos que  os convidados podiam achar aquilo um pouco estranho e temático.

Glamurama: O que torna um casamento inesquecível para os convidados? 
Edda Ugolini Martins: Acho que a energia e animação dos noivos.

Glamurama: Uma festa inesquecível que vocês organizaram e por quê.
Edda Ugolini Martins: Casamento em Turks and Caicos [no Caribe], porque o cenário era indescritível de lindo e todos os convidados estavam no clima do local. A festa foi super animada.

Glamurama: Quais são os piores tipos de convidados?
Edda Ugolini Martins: Os convidados que acham que mandam mais que os noivos e acabam sendo arrogantes quando querem mesas, pedem músicas para o DJ que às vezes os noivos não autorizaram e principalmente aqueles que perdem a linha quando bebem muito e acabam arranjando confusão.

Glamurama: Você lembra de alguma história de um convidado que tenha bebido demais?
Edda Ugolini Martins: A única que consigo lembrar é de um convidado que dormiu no sofá. Quando a festa acabou tentei acordá-lo, mas ele infelizmente não acordava. Não podia colocá-lo em um táxi porque não sabia para onde mandá-lo. Simplesmente, chegou o pessoal da desmontagem e ele só acordou na hora em que foram colocar o sofá no caminhão [risos]. Imagina a cara do moço de susto!

Glamurama: Dicas para as madrinhas não errarem no vestido e roubarem a cena da noiva:
Edda Ugolini Martins: As madrinhas nunca devem ir de branco, porque é a cor da noiva, e nem de preto, pois existem algumas superstições que dizem que a cor trás má sorte no altar. Também devem tomar cuidado quando a cerimônia for em igreja para não usarem vestidos muito decotados e sempre terem uma pashmina à mão para cobrirem os ombros (exigência de algumas igrejas). Quanto a cor, muitas noivas deixam livre e outras colocam restrições. Neste caso, cada caso deve ser analisado individualmente.

(Por Julia Moura)

Você também pode gostar