Mari Weickert, apresentadora do SENAI Brasil Fashion || Créditos: Bruna Guerra

Mari Weickert sobre vida de top: “Prefiro estar onde estou”

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Mari Weickert, apresentadora do SENAI Brasil Fashion || Créditos: Bruna Guerra
Mari Weickert, apresentadora do SENAI Brasil Fashion || Créditos: Bruna Guerra

Linda, alta, loira e cheia de expressão… Essa é Mari Weickert, apresentadora e ex-modelo – com muito orgulho. Batemos um papo com a top antes dos desfiles finais do SENAI Brasil Fashion, que rolaram na última semana, e a anfitriã da noite falou um pouco sobre moda brasileira, passarela, sua nova carreira e até os percalços da vida de top. Ao papo!

(Por Bárbara Tavares)

Glamurama: Qual a importância do evento para a moda brasileira?
Mari Weickert : “Tudo o que profissionaliza e engloba conhecimento e cultura é extremamente enriquecedor. Em um setor como a moda, que é extremamente importante, e esquecido – quero enaltecer essa parte –, não sei se o dado ainda confere, mas a moda era o segundo setor que mais empregava gente, perdendo apenas para a construção civil, [o evento] é de uma grandiosidade imensa e acho que temos que proliferar muito e muito mais.”

Glamurama: Hoje você está com o microfone e não na passarela. Qual é a diferença que você sente e onde você prefere estar?
Mari Weickert – “Eu prefiro estar onde eu estou e a diferença disso… Ah, no fundo é diferente a forma como eu ajo, o modus operandi da situação , mas estando no mundo da moda, é o meu mundo, seja com o microfone na mão, no camarim, servindo… Eu cresci nesse mundo, faz parte de mim.”

Glamurama: Mas suas amigas estão todas lá na passarela. Você não sente saudades de desfilar?
Mari Weickert: “Nem um pouco! Absolutamente nenhuma. Acho que são fases diferentes, esse meu ciclo fechou. Eu me sinto extremamente envaidecida quando sou convidada para algum evento ou desfile específico, é muito legal. Mas participar disso no dia a dia, enquanto sendo minha profissão… Acho que eu não me alimentava mais. Acho que eu precisava de alguma coisa que me instigasse mais, me estimulasse mais. Foi um ciclo importantíssimo – não mudaria nada – da forma como foi eu fui muito feliz, mas hoje eu estou mais feliz!”

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