Ludmilla está em clima de contagem regressiva para estreia do The Voice +: “Hoje consigo saber o que quero. Planejo e coloco em prática, depois é só correr pro abraço”

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Ludmilla, a mais nova técnica da franquia The Voice, na versão para veteranos, está em clima de contagem regressiva para assumir sua cadeira na competição, ao lado de Claudia Leitte, Daniel e Mumuzinho. Com 25 anos, ela é a caçula do pedaço, mas garante estar segura e preparada para a missão. “Sei que vou aprender e me emocionar demais com esses talentos experientes. Então, é deixar o coração seguir esse fluxo. Espero acrescentar algo na vida deles e sei que eles vão acrescentar na minha. É isso o que vale e o que fica”, diz a cantora, que sabe bem a responsabilidade de lidar com o sonho de outras pessoas. “Principalmente quando esse sonho já foi seu”, acrescenta ela. E não vê a hora de viver as emoções do programa: “O que realmente vai me encantar são as vozes”, garante. Em entrevista, Ludmilla fala sobre a expectativa para a estreia do reality, a diferença de idade entre ela e os candidatos do The Voice +, e os aprendizados que carrega da vida até aqui. The Voice + estreia no próximo dia 17 e fica no ar até 28 de março

Você é a mais nova entre os técnicos e a estreante na família The Voice. Como foi receber o convite para fazer parte do programa?
Nossa! Foi demais. Fiquei feliz e orgulhosa ao mesmo tempo, porque é uma responsabilidade muito grande e já estou bem ansiosa para ouvir esses talentos.

Os candidatos do The Voice+ são pessoas experientes, que já construíram uma estrada musical. Como acha que será essa dinâmica?
Eles podem se superar ainda mais, ganhar novos espaços, conquistar um público maior… e isso é o sonho de todo mundo que canta.

Na sua vida, quais benefícios conquistou na carreira artística?
Ah, foram muitos. Mas o que tem tido uma grande importância para mim no momento são os aprendizados até aqui. Com o tempo, fui aprendendo muito. Com isso, hoje consigo saber o que quero. Aí, planejo e coloco em prática. Depois, é só correr para o abraço. Não tem sucesso sem que antes se tenha muito trabalho.

Se pudesse orientar os candidatos, que dica daria a eles?
Para eles cantarem como estivessem no chuveiro, na casa deles e que eles curtam muito essa experiência. Porque há o nervosismo, mas aquela oportunidade pode ser única, então eles precisam ser felizes a cada momento.

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