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Nada de entourage ou assessores na chegada de Deborah Secco à festa de 8 anos da revista J.P neste domingo. A atriz chegou sozinha, na dela,  e conversou com Glamurama sobre “Boa Sorte”, filme de Carolina Jabor com estreia no circuito em novembro. No longa, Deborah vive Judite, uma dependente química que está infectada com o vírus HIV à beira morte.

A atriz contou sobre a preparação para o papel: “A primeira coisa que fiz foi procurar o infectologista David Uip (hoje Secretário de Saúde do Estado de São Paulo), que foi o primeiro a detectar um caso de HIV no país”. Com o médico, Deborah foi visitar pacientes terminais e descobriu a força dessas pessoas: “A força de quem não luta contra a vida, de quem se depara com a finitude… Eles estão um degrau acima, uma serenidade, uma paz de quem, mesmo com todas as dificuldades da vida, ainda consegue sorrir, ser leve e viver com alegria maior que a nossa”.

Isso mudou a vida de Deborah: “Hoje tenho uma vida diferente, não me permito só existir. Quando a morte me achar, vai me achar muito viva. Às vezes, com o passar do tempo, a gente vai cedendo e aí eu volto para a minha listinha de coisas que eu não quero abrir mão”.

E continua: “Juntei a minha família e avisei que pode ser que a gente não viva com tanto, que minhas escolhas serão em prol da artista que eu sempre quis ser”. Também disse que o filme juntou dois sonhos dela como atriz, uma história de amor e uma personagem forte: “Sempre quis fazer uma história de amor, mas achava que iam me julgar uma atriz banal, não profunda.’Boa Sorte’ é uma história de amor das mais lindas que já vi, de um amor restaurador, que consegue fazer o outro melhor. Romântica que sou, depois do filme resolvi assumir. Dane-se quem acha cafona! Sou romântica mesmo!”.

Deborah emagreceu 11 quilos para encarnar Judite. Depois disso, ela voltou a seu peso normal, de 55 quilos, e engordou mais 17 para fazer o filme “A Estrada”, de André Moraes, que deve estrear no ano que vem. “Fiz tudo isso acompanhada pela equipe do Dr. David Uip”. E avisa: “Não quero mais fazer o que eu sei que sei fazer, quero mergulhar no que me desafia”.

(Por Verrô Campos)

 

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