Fafá de Belém

Cheia de histórias e gargalhadas, Fafá de Belém solta o verbo em live com Joyce: “Entre um namorado chato e um grupo de amigos, fico com os amigos”

5 Compartilhamentos
5
0
0
0
0
0
Fafá de Belém e Joyce Pascowitch // Reprodução

Tem jeito melhor de começar a semana do que com uma boa gargalhada, daquelas que só Fafá de Belém sabe dar? A cantora foi a convidada da live de Joyce Pascowitch nesta segunda-feira no Instagram do Glamurama, com boas histórias, música e muito mais. A cantora, que completou 45 anos de carreira em 2020 com mais de 15 milhões de álbuns vendidos, entre Brasil e Portugal, falou, entre outras coisas, de aceitação e alto astral: “Tive que dar a volta no ‘não’ desde muito cedo. Eu não tinha o biotipo ideal, nunca tive manequim 38. Ou virava uma pessoa amarga ou dava a volta por cima com humor. Herdei do meu pai a capacidade de rir de si próprio. Tenho gestos largos, minha gargalhada é alta”, comentou ela que, como qualquer ser humano, tem lá seus momentos de tensão: “Às vezes fico muito mal humorada. Meu mau humor é pior que meu sorriso, mas é muito difícil (risos)”.

A artista falou do que mais mais mudou em sua trajetória nos 45 anos de carreira: “Sou a mesma menina que saiu da beira do Igarapé. Hoje não sofro quando sou olhada de banda, pelo contrário, isso me empodera”, destacou. E por falar em memórias, Fafá contou como foi cantar para três papas: “Primeiro, cantei para João Paulo II. Fiquei em pânico absoluto. Do convite até cantar infernizei a vida de todos ao meu redor (risos). Nove anos depois, foi a vez de Bento XVI. Ficava pensando por quê eu era escolhida. Era pelo meu discurso e pela minha vida. Quando foi o Papa Francisco, me ajoelhei e pensei: ‘agora tem que ser eu!'”.

Fafá também soltou o verbo sobre a pandemia e como se sente na quarentena: “O mundo mudou, não sei para onde ele vai, mas um novo mundo se estabelece. Cada vez mais eu penso de que forma posso colaborar, com minha musica, minha historia, minha gargalhada. Minha vida está escrita, uns gostam , outros não. Tenho revisto coisas que eu tinha como absolutas, repensei certezas. Nessa pandemia, fiquei quatro meses em casa e desde que sai da casa de meus pais, com 17 anos, nunca fiquei quatro meses dormindo na minha cama. Foi difícil, foi duro, tivemos que nos encontrar com nossos fantasmas”.

Sobre a vida pessoal, ela falou sobre seus relacionamentos e do quanto gosta da sua liberdade: “Não suporto aquela coisa da posse. Sou livre, quero pegar o avião e ir embora. Gosto de viajar sozinha, sempre gostei de ficar sozinha. Nunca tive o casamento como uma meta de realização. Entre um namorado chato e um grupo de amigos, fico com o grupo de amigos. Gosto da minha casa, de levantar no meio da noite, vir pro meu sofá”. Confira o papo na íntegra:

 

 

Você também pode gostar