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No camarim da Ausländer, há pouco, aqui no Fashion Rio, Rodrigo Santoro tentava se trocar em um espaço mínimo enquanto fotógrafos buscavam um clique. Sem camarim exclusivo, ele respondia com um “posso me trocar antes?” a cada pergunta. Quer saber mais de Santoro no Fashion Rio?

Moda no figurino – “Minha roupa é uma mistura de Mad Max com Wolverine, aí achei bacana. Pude me apoiar em um personagem. Mas isso que está escrito na minha camiseta não combina comigo (“There isn’t life without BlackBerry). Não tenho Orkut, FaceBook, Twitter. É contra minha filosofia de vida. Gosto de escrever no papel, encontrar pessoalmente.”
Violência – “Como viajo muito, ainda não vivi essa paranoia da violência. Ando com o vidro aberto, mas meus amigos ficam dizendo que tenho que fechar.”
Assédio – “Nossa, quanta mulher, gente”, disse Santoro quando viu a multidão de jornalistas. E mais: “Hoje fiquei tranquilo. Só queria deixar registrado uma coisa: paparazzi em Noronha não devia valer… Foi o único porém do meu Réveillon. E eu quase fui jornalista, gente. Não me formei porque fui jubilado…”

Idade – “Nunca pintei meus cabelos. Vou assumir”.

Santoro: um pouco de tudo para Glamurama
 

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