Bienal do Livro do Rio, 30 anos: recorde de escritores internacionais

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João Alegria, Bianca Ramoneda, João Máximo, Sonia Jardim e Ítalo Moriconi: organizadores da Bienal

Os organizadores da Bienal do Livro do Rio convidaram Glamurama para um bate-papo nessa terça-feira na Escola do Pão, na Lagoa. Durante o encontro, a gente ficou sabendo as novidades desta edição, que começa em 29 de agosto e comemora 30 anos de evento, homenageando a Alemanha, no Riocentro. Serão 11 escritores da nova cena do país em um total de 27 autores estrangeiros na feira – entre eles o americano Nicholas Sparks, que já vendeu mais de 100 milhões de exemplares de seus romances. James C. Hunter, de “O Monge e o Executivo”, que chegou à marca dos 3 milhões só no Brasil, também vem, além de Matthew Quick, que assina “O Lado Bom da Vida” – sucesso no cinema e nas livrarias. Ele vai lançar um novo título por aqui.

* O inglês Will Gompertz, ex-diretor da Tate Gallery e editor de arte da BBC, que acaba de publicar “Isto é arte?”, confirmou presença, assim como o espanhol Allan Percy, de “Nietzsche para Estressados”. E pela primeira vez haverá um salão de negócios dentro da Bienal, com agentes literários do mundo todo. Para os pequenos leitores será montado o “Planeta Ziraldo”, onde seus personagens inesquecíveis, como o Menino Maluquinho e o Pererê, ganharão vida, com curadoria e cenografia de Daniela Thomas.

* A expectativa é que 600 mil pessoas passem por lá ao longo de 11 dias. São 55 mil m2 divididos em três pavilhões, com 950 expositores. Na última edição, foram vendidos quase 3 milhões de exemplares. Desta vez, o investimento total é de R$ 32 milhões, sendo R$ 5 milhões dedicados exclusivamente à programação cultural – um aumento de 20% em relação à feira anterior.

 

 

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