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Para o mundo da moda, Bethy Lagardère dispensa apresentações. Glamurama acaba de entrevistá-la aqui no lounge da NIVEA no Fashion Rio e o resultado só reforça esse respeito todo que as pessoas da moda têm por ela. Confira o bate-papo.
Em qual cidade do mundo que você mais gosta de estar?
“Em Paris. É lá onde eu mais vivi, onde eu compus a minha vida. Paris é um pedaço de mim”.
Do que você mais gosta em São Paulo?
“Do dinamismo paulista, da exigência paulista, do profissionalismo paulista.”
Do que você mais gosta no Rio?
“De olhar para a paisagem. Esta natureza toda.”
Falta algo para a moda brasileira?
“É difícil responder a esta pergunta porque na moda sempre vai faltar alguma coisa. Se não for criação, é tecnologia. Socialmente falando, ela sempre precisa evoluir.”
Qual o homem ideal para você?
“O meu marido, Jean Luc Lagardère. Foi um homem excepcional. Ele não foi comum.”
Você é devota de algum santo?
“Não!”
Qual foi a mulher mais elegante que o mundo já teve?
“Não queria que a resposta fosse banal, mas não dá para fugir de Jacqueline Kennedy, Audrey Hepburn… Hoje em dia, uma mulher que se destaca pela beleza e elegância é a Sheikha Moza, do Catar.”
Qual a melhor mensagem que sua mãe te deixou?
“Ela ainda deixa, todos os dias. A mensagem de amor e de carinho. O nome dela é Nair.”
A moda vai mudar o mundo?
“Ela sempre mudou.”

Bethy Lagardère: sempre um prazer conversar

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