Lixo eletrônico
Reprodução/Pixabay

Lixo eletrônico deve chegar a 74,7 milhões de toneladas em 2030

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Foi-se o período em que a vida útil de um produto se encerrava quando o aparelho parava de funcionar. Atualmente, isso ocorre quando uma nova versão da tecnologia chega ao mercado. Com essa nova forma de consumo, onde os lançamentos ocorrem muito rapidamente, o fluxo de lixo eletrônico anda crescendo drasticamente nos últimos anos.

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Em um estudo realizado em 2020, pela Agência Ambiental Europeia, foi descoberto que smartphones, TVs, máquinas de lavar e aspiradores de pó possuem uma vida média 2,3 anos mais curta do que de fato foram projetados para uso. O curto período de vida útil desses produtos está exacerbando o volume crescente de lixo eletrônico, que deve chegar a 74,7 milhões de toneladas até 2030, informa a WGSN., autoridade global em tendências de consumo e design. Só o Brasil produz, em média, 1,5 milhão de toneladas de lixo eletrônico anualmente, segundo um relatório da ONU.

Preocupados com o quesito do consumo desenfreado, compradores andam adotando a revenda, a fim de ajudar na circularidade econômica a partir da reapropriação. Um exemplo desta ascensão é o mercado mundial de smartphones usados ​​que tem a expectativa de atingir R$ 367 bilhões até 2023.⠀

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Agora, se o aparelho não consegue ser reutilizado, é importante descartar de modo correto, já que esses objetos possuem em média 20 tipos de componentes que podem ser extremamente prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. Para isso, entre em contato com a prefeitura de sua cidade para saber quais são os pontos de coleta desse tipo de resíduo. Você pode também consultar o site do CEMPRE (Compromisso Empresarial para Reciclagem), no qual encontrará um mapa da reciclagem, onde você poderá buscar por quem recolhe eletrônicos e outros tipos de resíduos.

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