Marina Ruy Barbosa || Créditos: Agnews

Marina Ruy Barbosa vive uma espécie de noiva cadáver em série​

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Marina Ruy Barbosa || Créditos: Agnews
Marina Ruy Barbosa || Créditos: Agnews

Três semanas antes de terminar “Império”, novela na qual deu vida à lolita Maria Isis, amante do Comendador, Marina Ruy Barbosa já estava gravando “Amorteamo”, uma série de melodrama fantasmagórico de Claudio Paiva, Guel Arraes e Newton Moreno que estreia em 9 de maio na Globo. Como estava em jornada dupla, usou uma peruca preta para compor sua personagem, Malvina, uma espécie de alma penada. Ah, ela também vai aparecer de lentes de contato escuras. É a terceira noiva que “não dá certo” que a moça interpreta. “Em um casamento, eu peguei fogo [em ‘Morde e Assopra’], no outro, eu morri [em ‘Amor à Vida’], e agora sou a noiva cadáver. Quando fui convidada para essa série até brinquei com isso. ‘Gente, quando se trata de noiva que dá errado, vocês pensam logo em mim’! É uma loucura. Mas são papeis bem diferentes. Noivas angustiadas, mas diferentes. A Malvina é muito mais dark, tem essa raiva, esse sofrimento por tudo que ela passou. Eu, Marina, não sinto atração nenhuma pela morte, não. Estou muito bem viva.”

Acorrentados

A desgraça da personagem é porque seu amado é apaixonado por outra e só se compromete com ela por ser um casamento arranjado. “Ela sabia disso, mas tinha esperança de um dia encontrar o caminho para o coração de Gabriel [Johnny Massaro]. Só que essas coisas a gente não escolhe, né? Gabriel decide lutar por seu verdadeiro amor. Após a morte, Malvina retorna querendo estar perto dele. O que ela vai fazer para ficar com ele eternamente, daí só esperando para ver”, disse a atriz. “Malvina tem gostos estranhos, é bem esquisitinha. Sente fascínio pela morte, pela sombra. Durante minha pesquisa, assisti a filmes como ‘Carrie, A Estranha’, ‘Os Fantasmas se Divertem’ e ‘A Órfã’. São dois grandes amores que dominam a Malvina: o pela morte, pelo sofrimento, e o amor pelo Gabriel. Para mim, é um grande desafio que me faz sair da zona de conforto. É uma oportunidade que eu não sei quando vou ter de novo.”

Uma faca na mão

Foi erguido um cemitério no Polo Cine e Video, na Barra da Tijuca, para servir de cenário.  Lá enterraram Malvina e outros mortos-vivos da trama, sem o uso de dublê. “Vou mostrar uma foto da gravação de ontem. Olha isso [no celular, um registro dela coberta de terra]. Foi lama na cara mesmo, chuva, vento. Outra coisa difícil é que passo muito tempo gravando com uma faca na mão, então preciso ter cuidado para não machucar o colega. Fizemos também muitas cenas de altura, usamos cabos de aço para não cair. Foi aventura mesmo.”

Original de fábrica

Marina aproveitou para negar que tenha colocado silicone nos seios. “Pode apertar, são meus mesmo. Achei graça desses rumores… Não tenho tempo nem vontade de botar silicone. Me internei para retirar o apêndice. Foi na semana retrasada, acho. Já tirei os pontos. Foi um sustinho, mas estou ótima.” Ah, Marina vai ter férias curtas depois desse trabalho. Volta à TV na próxima novela das sete. Ufa…

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