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Mariah Carey || Créditos: Getty Images
Mariah Carey || Créditos: Getty Images

Processada por causa dos shows que faria na América Latina há cerca de dois anos como parte de sua turnê “The Sweet Sweet Fantasy”, que acabaram sendo cancelados, Mariah Carey já pode respirar aliviada, uma vez que acaba de ser liberada da ação na qual se tornou ré em fevereiro. A cantora era acusada de quebra de contrato e difamação pública pela empresa FEG Entretenimientos S.A., também conhecida como Fenix, que tem sede na Argentina e seria a responsável pela produção das apresentações que também incluíam Chile e Brasil.

Carey anunciou o “no show” em outubro de 2016, citando “a negligência dos organizadores dos eventos” como a causa principal. “Estou arrasada por saber que meus shows no Chile, Argentina e Brasil tiveram que ser cancelados. Meus fãs merecem muito mais atenção do que a forma como alguns desses produtores têm os tratado”, ela disse em um comunicado que divulgou na época, sem citar maiores detalhes sobre o imbróglio.

Pouco tempo depois, a popstar usou o Twitter para atacar o pessoal da FEG, em posts já devidamente deletados, mas que renderam as alegações de difamação ajuizadas em um tribunal de Los Angeles no começo do ano. Responsável pelo processo, o juiz William Pauley concluiu nesta quarta-feira que os tuítes não passaram de uma opinião expressa, e portanto não poderiam ser considerados como agressões verbais.

A FEG afirma que pagou mais de US$ 700 mil (R$ 2,88 milhões) em adiantamentos para Carey, o que representa cerca de 75% do cachê total dela pelos shows nos três países, não incluídos nesse valor a participação na venda dos ingressos vendidos, com valores entre R$ 350 e R$ 2,5 mil por pessoa, e já reembolsados. Pelo prejuízo que afirma ter tido com os cancelamentos, a produtora pedia uma indenização de US$ 3 milhões (R$ 12,3 milhões) na justiça americana, mas agora tudo indica que o caso será arquivado. (Por Anderson Antunes)

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