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Marcello Melo Jr em Arcanjo Renegado, de José Junior / Crédito: Divulgação
Marcello Melo Jr em Arcanjo Renegado, de José Junior / Crédito: Divulgação

As séries estão dominando a preferência da população, principalmente nessa quarentena, e ‘Arcanjo Renegado’, de José Junior, que é a série nacional mais vista no aplicativo Globoplay, chega à televisão aberta nesta quinta-feira, depois do BBB 21. A trama conta a história de Mikhael (Marcello Melo Jr), líder da equipe Arcanjo e Primeiro-Sargento do Batalhão de Operações Especiais (Bope), no Rio de Janeiro. Dedicado, ele comanda ações arriscadas, que vão desde o combate ao tráfico de drogas em comunidades cariocas até missões especiais. E se você não tem Globoplay, fique tranquilo: agora você também pode assistir ao thriller policial com direção de Heitor Dhalia.

E ninguém melhor para falar sobre o projeto do que o protagonista Marcello Melo Jr. Para o ator, ser assistido por um público ainda maior é uma alegria. “Acho uma oportunidade maravilhosa para a grande massa assistir a série (…). Estava muito ansioso para que fosse exibido na TV”, contou o ator. Aos 33 anos, Marcelo contou também que o personagem o ajudou a criar uma rotina de alimentação mais saudável, além de preparação física e mental. “Foram três semanas de treinamento intensivo”, explicou. A seguir, confira a entrevista completa.

Mikhael é seu primeiro protagonista e também a sua estreia num projeto cirado por José Junior. Como surgiu o convite para a série?

Marcelo Mello Jr: O José Junior me convidou durante um almoço. Já nos conhecíamos por conta dos projetos do AfroReggae e do Nós do Morro. E fiquei muito lisonjeado quando o Junior me contou que ao escrever a série pensou em mim para dar vida ao Mikhael. Eu me identifiquei de imediato com a história de vida do personagem. Na ocasião, também estava num momento da carreira que buscava desafios, algo que exigisse mais de mim. E o Mikhael foi perfeito nesse processo.

Como você define o personagem? 

MMJ: Eu defino o Mikhael como um brasileiro, um ser humano que busca fazer o certo dentro do possível num mundo em que muitas vezes a gente fica confuso em o que é certo e errado. Ele é um cara introspectivo e que não teve tanto afeto na vida, com uma passagem da infância para a adolescência muito conturbada e isso influencia bastante o psicológico do ser humano. Acredito que isso define muito o caráter e a índole dele. Mikhael tem determinação, foco, mas, ao mesmo tempo, tem um vazio dentro dele.

A série é bastante realista e aborda muitas ações do Bope em comunidades, além de outras situações recorrentes nas comunidades do Rio. Para você, que cresceu e viveu no Vidigal, o que significou interpretar essas cenas de ação no Complexo da Maré? 

MMJ: É simplesmente contar uma história de seres humanos singulares. Eu pude conhecer um pouco mais do lado humano da polícia, entender a função e a postura deles dentro do trabalho, o perigo da profissão. Por outro lado, sendo uma pessoa que veio de uma comunidade, também sabemos que é um movimento conduzido pelo sistema. Acima de tudo sou a favor sempre do respeito ao ser humano.

Confira o trailer e prepare-se.

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