Legado de Burle Marx é tema de coletiva em Nova York

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Burle Marx pintando uma toalha de mesa na varanda de sua casa, em 1980; os azulejos das paredes e o lustre da foto também foram desenhados por ele || Créditos: Reprodução

Além de arquiteto e paisagista, Roberto Burle Marx (1909-1994) era pintor e escultor; designer de tecidos e joias; criador de cenários de teatro e figurino e ceramista e vitralista. Agora, o legado do modernista brasileiro é o assunto de uma mostra coletiva de sete artistas que têm laços com a América Latina, todos nascidos depois de 1950, em cartaz no Jewish Museum, em Nova York, até o dia 18 de setembro. São eles: Juan Araujo, Paloma Bosquê, Dominique Gonzalez-Foerster, Luisa Lambri, Arto Lindsay, Nick Mauss e Beatriz Milhazes. A exposição “Roberto Burle Marx: Brazilian Modernist” também traça um panorama de toda a obra de Burle Marx com telas, croquis e fotos, além de expor 140 obras do próprio Burle, entre pinturas, tapeçarias, garrafas, vitrais, joias, capas de livro, maquetes e ilustrações. A mostra é organizada pelo museu em colaboração com o Sítio Roberto Burle Marx do Rio de Janeiro, e viaja depois para o Deutsche Bank Kunsthalle, em Berlim, e para o MAR – Museu de Arte do Rio. Na galeria abaixo, confira cliques da exposição.

“Roberto Burle Marx: Brazilian Modernist”
Até dia 18 de setembro
Jewish Museum, Nova York

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