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Fabio Assunção || Créditos: Agnews

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​Fabio Assunção vai voltar a fazer novelas depois de sair de “Negócio da China” e “Insensato Coração” em meio a polêmicas. “Estou animado, sim. Vambora.” Além disso, ele se prepara para lançar um filme de José Eduardo Belmonte sobre a relação de pai e filho que fez com João, seu primogênito na vida real. E está bastante emocionado com isso… Pra completar, o ator está realizado também no teatro, com uma peça que dirige sobre uma história de amor. E, aos 43 anos, ele assumiu o grisalho. Bastante assunto, né? À entrevista! (por Michelle Licory)

“A Magia do Mundo Quebrado”

“O filme que fiz com o Belmonte [José Eduardo] que a gente lança daqui a um mês é uma história de pai e filho, e fiz com meu filho, João [do casamento com Priscila Borgonovi]. Em ‘A Magia do Mundo Quebrado’, a mãe vai embora quando o menino era pequeno. Chega uma hora em que os dois resolvem ir em busca dessa mulher. Tem muita cumplicidade entre os dois, assim como a que eu tenho com o João. Meu filho não é ator. Ele só gosta de WhatAapp e futebol. Quer ser o Neymar. Mas topa tudo… Se adequa. ‘Vamos mergulhar, João?’ Ele responde ‘vamos’ pra tudo. Não encarou essa experiência com ansiedade. Ele vive as coisas, saboreia. Terminaram as filmagens e ele não perguntou se vai fazer outro… E é um minigênio: quando eu falava ‘vamos decorar as falas’, ele já sabia tudo. Acho que decorava escondido. O resultado ficou muito natural, verdadeiro. O mais legal pra mim é ter esse registro da minha convivência com ele de forma cinematográfica, pra sempre. Me separei da Priscila quando o João era muito pequenininho, então temos essa relação independente, de amizade e parceria. A gente se conhece, se percebe. Poucas vezes precisei usar de autoridade com ele.”

“Dias de Vinho e Rosas”

“Neste ano, estou fazendo exatamente o que gostaria. Dirigindo minha peça [‘Dias de Vinho e Rosas’]. É minha segunda direção e algo que fiquei maturando durante dois anos, que tem minha cara e meu tempo… Não sabemos ainda se vamos entrar em cartaz no Rio ou viajar em turnê com o espetáculo, participar de festivais. Todo fim de semana eu estou lá no teatro, em São Paulo. Não precisava, eu só dirijo, mas gosto de fazer a manutenção do jogo cênico. Dirijo com olhos de ator, coloco o foco principal na temperatura dos atores… A interpretação é orgânica, tem um ritmo do cotidiano. É uma história de amor. Gosto de ver que o público vai até lá e tem uma catarse.”

“Poderosa”

“Começo a gravar em agosto ‘Poderosa’, uma novela das sete. Vai ser bom. Estou animado, sim. Vambora! Pude escolher meus trabalhos e nunca fiz o que não queria. E todos de alguma forma me transformaram. Não é que hoje eu tenha mais critério, mas quando aceito um papel, agora isso ocupa um lugar maior pra mim. Não divido meu tempo entre ele e outras seis coisas. São trabalhos que estou saboreando muito. Nesses 25 anos de carreira, fico feliz por ter tido tempo de fazer coisas que gosto. Meu trabalho me permitiu que eu tivesse voos. Mas prefiro não dizer meus personagens mais marcantes. Prefiro que elejam. Amei fazer ‘O Rei do Gado’. Já é a terceira ou quarta vez que reprisam. Tem 18 anos, mas é engraçado porque as pessoas continuam me parando na rua pra falar sobre o personagem.”

Tons de cinza

“Eu, na verdade, gosto do cabelo um pouco grisalho. Não tenho o menor problema com isso. Estou com 43 anos e quero é envelhecer logo… Brincadeira.”

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