Jennifer Aniston
Foto: Distribution Company/Télma/cl

Estudo aponta que jejum intermitente seguido por Jennifer Aniston é uma ‘perda de tempo’

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Pra quem jura de talheres juntos que o jejum intermitente é a melhor dieta para conquistar aquela silhueta esbelta, eis a má notícia: um estudo bastante completo feito pela Southern Medical University de Guangzhou, na China, e publicado pelo jornal americano “The New England Journal of Medicine”, concluiu que o regime favorito de Jennifer Aniston, Nicole Kidman e muitas outras estrelas de Hollywood não tem nada de eficiente e não passa de uma grande perda de tempo.

O jejum intermitente consiste basicamente em alternar períodos de boca fechada e sem comer sequer uma uva com intervalos de alimentação normal, a fim de “enganar” o corpo e forçar a queima de gorduras. Segundo o estudo, o método não traz nenhum benefício que o torne “milagroso”, como muitos o chamam.

Conduzido pelo doutor Ethan Weiss, um especialista em pesquisas sobre dietas da Universidade da Califórnia em San Francisco, nos Estados Unidos, que se juntou aos chineses para o trabalho, o tal estudo contou com a participação de 139 pessoas obesas, todas voluntárias, e durou um ano inteiro.

Ao fim desse tempo, ficou claro que aquelas instruídas por Weiss e sua turma a simplesmente reduzir o número de calorias que consumiram por dia obtiveram resultados iguais ou até melhores de que as outras submetidas ao jejum.

Esse resultado, afirmou Weiss em entrevista para o “The New York Times”, é suficiente para classificar o polêmico jejum intermitente como “ineficiente”. À parte isso, e ainda de acordo o expert, evidencia outras duas coisas, sendo a primeira a constatação de que não existem formas milagrosas para se emagrecer. A segunda, que soa como um alerta, de que seguir métodos alimentares propagandeados por celebridades não é aconselhável.

Procurar um nutricionista ou quem sabe até um endocrinologista para ser guiado profissionalmente rumo ao emagrecimento faz muito mais sentido do que ficar passando fome à toa.

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