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Mergulho histórico

Anne Hidalgo, a prefeita de Paris, recentemente confirmou sua intenção de nadar no rio Sena, um evento histórico programado para 23 de junho, dia olímpico. Ela destacou que esse ato não seria solitário, mas compartilhado com várias personalidades, como o presidente do comitê organizador dos Jogos Olímpicos de Paris 2024, os bombeiros de Paris, membros da tripulação do porta-aviões Charles de Gaulle, além de parisienses e esportistas. Hidalgo vê esse banho coletivo como um sinal forte para destacar que o Sena é um espaço acessível a todos. A participação eventual de Emmanuel Macron permanece um mistério, embora ele tenha anteriormente declarado sua intenção de nadar no rio. Alguns políticos, como Amélie Oudéa-Castera, expressam um grande entusiasmo por esse evento, embora essa empolgação possa não se aplicar a todos os esportistas.

 

Vivências artísticas

Nesta primavera de 2024, a Fundação Louis Vuitton mantém-se fiel à sua missão de promover o encontro do público com a arte contemporânea. Comprometida em apresentar as “obras emblemáticas da modernidade”, ela também celebra artistas que, ao mesmo tempo em que se inserem na tradição, propõem novos modelos e revolucionam nossas percepções. Apoiando os criadores contemporâneos que audaciosamente moldam nossa época, o programa Open Space continua a apoiar e disseminar a criação emergente. Assim, de 4 de maio a 9 de setembro de 2024, uma exposição especial dedicada a  “L’Atelier Rouge” (1911) de Henri Matisse (1869-1954) será apresentada simultaneamente a uma retrospectiva inédita da obra de Ellsworth Kelly (1923-2015), reunindo pinturas, esculturas, fotografias e desenhos. Além disso, no contexto dos Jogos Olímpicos em Paris, a Fundação apresenta uma seleção de obras de sua coleção relacionadas ao esporte, oferecendo uma visão despojada e poética deste encontro internacional.

 

Moda sustentável

Em um texto adotado por unanimidade na quinta-feira, 14 de março de 2024, a Assembleia Nacional francesa votou uma série de medidas para desacelerar a “fast fashion”, incluindo a proibição da publicidade das marcas visadas, bem como uma “penalidade” ambiental. Na sua proposta de lei, Anne-Cécile Violland define a “fast fashion” com critérios baseados nos volumes de roupas produzidas, bem como na velocidade de renovação das coleções. Uma das principais medidas consiste no reforço do sistema de “bônus-penalidade” no setor têxtil, uma indústria “poluente, que representa 10% das emissões de gases de efeito estufa”, destacou a deputada. Para levar em conta os “custos ambientais” de uma produção excessiva, a penalidade será vinculada ao “rótulo ambiental” dos produtos, enquanto desenvolve um novo método de classificação dos produtos. “Não se trata de um imposto”, insistiu a deputada, explicando que as contribuições das empresas deverão ser redistribuídas em favor dos produtores de roupas sustentáveis, a fim de baixar os preços. O montante da “penalidade”, a ser fixado por decreto, poderá atingir progressivamente até 10 euros por produto até 2030, com um limite de 50% do preço de venda. Uma emenda incluída no texto previu várias etapas para atingir esses dez euros, estabelecendo um primeiro em 5 euros para 2025.

 

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