04.09.2018  /  17:13

Almoço em torno do diretor do museu George Pompidou chez Bia Yunes Guarita agitou a turma artsy

Rafael Moraes, Maythe Birman e Ruth Malzone e Iara Jereissati no almoço chez Bia Yunes Guarita || Créditos: Glamurama

Encontro de poderosos no almoço que Bia Yunes Guarita armou em seu château, no Jardim América, nesta terça-feira, em torno do francês Bernard Blistène, diretor do museu parisiense George Pompidou. Os convidados foram recebidos na sala principal do icônico château da família, na esquina da avenida Europa com Groenlândia, que abriga a coleção de arte de Ivani e Jorge Yunes, uma das mais valiosas do país.

O menu do almoço foi pensado para agradar não só Blistène, mas outros estrangeiros que estavam por lá, como Carlos Urroz, diretor da Feira Internacional de Arte Contemporânea de Madri (ARCO), que também aterrissou na cidade por conta da 33ª Bienal de São Paulo: para começar, pão de queijo e caldinho de feijão. Em seguida, feijoada foi o prato principal devidamente acompanhado de caipirinha de limão. Aos vegetarianos, saladas de grãos e folhas, e burrata caprese. Pudim de leite com coco, compotas de abóbora e coco, frutas frescas, sorvetes e tortas adoçaram os paladares.

A artista plástica Ana Dias Batista e duas de suas instalações criadas para o projeto Caixa de Pandora: “Trompe-L’oeil” e “Pilhagem” || Créditos: Glamurama

Entre os 150 convidados escolhidos a dedo estavam Jorge Landmann, presidente do MuBE,  Jochen Volz, diretor-geral da Pinacoteca, Iara Jereissati, Maythe Birman, Ricardo Kugelmas, Rafael Moraes, Ruth Malzoni e Ana Serra. O som ambiente era do bate-papo até que a seriedade foi quebrada por um coro de “Parabéns a Você” improvisado com um bolo de mel, puxado por Camila Yunes e mais amigos para Carlinhos Jereissati, que completa 47 anos nesta terça-feira.

Da esquerda à direita: “Parabéns a Você” a Carlinhos Jereissati, Camila Yunes Guarita, Bernard e as caipirinhas servidas durante o almoço || Créditos: Glamurama

No get together também foi apresentada a segunda edição da Caixa de Pandora, projeto de Camila Yunes Guarita, que traz para a propriedade da família instalações de arte contemporânea fazendo com que obras de diversos períodos da história estejam interligadas com o presente. A curadoria é de Ana Dias Batista e estão dispostas na residência as instalações: “Agrimensor”, marcação topográfica do terreno da casa em formato quadriculado, “Trompe-L’oeil”, próteses médicas dos olhos da matriarca d. Ivani Yunes confeccionadas sob medida e pintadas à mão por uma ocularista, e “Pilhagem”, deslocamento de todos os tapetes das áreas sociais da casa que estão empilhados na sala Old Masters.

Blistène esteve superdisponível todo o tempo para conhecer e conversar com os convidados, enquanto fazia anotações pontuais em um pequeno caderno. Celular? Nem pensar. Com certeza um dos encontros mais bacanas pré-abertura da Bienal de São Paulo, que acontece nesta sexta-feira.

E tem mais: Nesta noite, invertem-se os papéis: Camila Yunes Guarita recebe convidados no mesmo local para jantar em torno de Carlos Urroz, diretor da ARCO.