17.02.2020  /  8:50

Túnel do tempo: As 5 maiores estripulias de Paris Hilton, que completa 39 anos nessa segunda

Paris Hilton || Créditos: Reprodução

Paris Hilton completa 39 primaveras nessa segunda-feira, mas pra qualquer pessoa familiarizada com notícias sobre a cultura pop, a impressão que se tem é que a socialite e reality star é eterna. Talvez porque ela seja expert na arte de se autopromover, tanto que clama para si a autoria da primeira selfie. A trajetória da bisneta do fundador da rede de hotéis Hilton é bem conhecida, mas, como o dia é dela, Glamurama aproveita para relembrar as 5 maiores estripulias da patricinha mais famosa do mundo… (Por Anderson Antunes)”

Paris Hilton e Nicole Richie || Créditos: Reprodução

Mudança de hábito

Paris sempre foi famosa no circuito Los Angeles-Nova York onde batia ponto nas melhores festas desde muito cedo. Justamente por isso que ela foi escolhido para estrelar, ao lado da BFF Nicole Richie, o reality show “The Simple Life”, que estreou em 2003. Foi um sucesso logo de cara: o primeiro episódio teve uma audiência de mais de 13 milhões de telespectadores. Sem o menor problema em assumir o papel da “loira burra” na atração, ela deixou de ser filhinha de papai para se tornar celebridade e até engatou um namoro com o Backstreet Boy Nick Carter que durou até o fim daquele ano.

Lançado em DVD, “Uma Noite em Paris” foi um sucesso || Créditos: Reprodução

Luz, câmera… Ação!

Apesar de ter um programa de sucesso no ar, Paris sentia falta de alguma coisa para, digamos, dominar o noticiário dia e noite. Por coincidência, o grande momento da carreira dela aconteceu justo nessa época, em meados de 2004, quando veio à tona um vídeo dela mantendo relações sexuais com o jogador de poker Rick Salomon. Intitulada “Uma Noite em Paris”, a obra foi lançada em DVD por uma produtora de filmes pornográficos e chegou a ser premiada no AVN Award, o Oscar do mundo pornô, em 2005. Ninguém sabe ao certo quem “vazou” o conteúdo do vídeo, que de fato deu origem ao “fenômeno Paris Hilton”.

A socialite em seu primeiro registro policial || Créditos: Reprodução

O primeiro B.O.

Em setembro de 2006, Paris foi presa ao ser pega dirigindo sob a influência de álcool, em LA. A publicidade que o caso gerou surpreendeu muita gente na época – até a “CNN” interrompeu sua programação para anunciar a detenção – mas causou irritação entre os produtores de “The Simple Life”, que precisaram fazer malabarismos para ajustar as datas de gravação do programa por conta da ausência de uma das estrelas. Solta depois de pagar fiança, ela foi condenada a 36 meses de liberdade condicional e ao pagamento de uma multa de US$ 1,5 mil (R$ 6,4 mil). Quatro anos depois do ocorrido, ela voltou a frequentar as penitenciárias, desta vez em Las Vegas e acusada de posse de drogas.

LiLo, Brit e Paris saindo juntas da balada || Créditos: Reprodução

Três é demais?

Depois de ser coroada como a “bad girl” mais badalada de Hollywood, Paris não parava de render notícias. A mídia adorava ela e vice-versa. Só que a essa altura, ainda em 2006, outras bad girls começavam a surgir em cena. Foi o caso de Britney Spears, em seu primeiro inferno astral na frente das câmeras, e de Lindsay Lohan, então estrela de vários filmes nos quais sempre interpretava a mocinha e desesperada para se livrar da imagem de “boa menina”. Diante da concorrência, Paris não pensou duas vezes e seu uniu às duas. Os fãs das três até choram de saudade quando lembram das farras delas.

Paris, com a irmã Nicky, em jogo da Copa de 2010 na África do Sul || Créditos: Reprodução

Maior espetáculo da Terra

Pra quem duvida do poder que Paris teve em um passado nem tão distante, basta lembrar que a “It girl” já conseguiu o impossível: em plena Copa do Mundo de 2010 na África do Sul, ela foi flagrada fumando o que parecia ser um cigarro de maconha durante uma partida entre Brasil e Holanda no Nelson Mandela Bay Stadium, em Port Elizabeth. Retirada por policiais do local, ela afirmou mais tarde que tudo não passou de um mal entendido, porém o estrago estava feito. Em uma rara ocasião nos mundiais de futebol, Paris rendia mais notícias com sua travessura na arquibancada do que os passes entre os craques da bola nos gramados.