30.12.2018  /  8:00

Conheça sete portais energéticos ao redor da Terra para você recarregar a bateria em 2019

Glamurama reuniu sete portais energéticos da Terra para se energizar em 2019 || Créditos: Divulgação

Se você faz parte da turma que chegou ao final de 2018 só desejando boas energias para o próximo ano, então precisa embarcar nessa viagem mística com o Glamurama: reunimos sete destinos incríveis que também são considerados portais energéticos da Terra. Possíveis centros de força, conhecidos como os chakras planetários, são lugares demarcados pelas “Linhas de Ley”, que seriam a energia que envolvem o planeta de uma maneira similar a uma fita de DNA, estudadas e teorizadas por Pitágoras e popularizadas em 1921 pelo arqueólogo Alfred Watkins. Segue a trilha!

1º chakra (Raiz) – Monte Santa Helena, EUA

O primeiro chakra (Raíz) fica no Monte Santa Helena, nos Estados Unidos || Créditos: iStock

O monte Santa Helena ou Louwala-Clough é um vulcão ativo no condado de Skamania, Washington, nos Estados Unidos. Devido a sua energia primitiva e graças à sua formação vulcânica, é a casa do chakra raiz, que é responsável pelos aspectos de segurança e ancestralidade da Terra. Também é responsável pela saúde do corpo físico como um todo. A palavra chave é ‘base’.

2º chakra (Sexual/Umbilical) – Lago Titicaca, entre Bolívia e Peru 

O segundo chakra (Sexual/Umbilical) fica no Lago Titicaca, entre Bolívia e Peru || Créditos: iStock

Titicaca é um dos maiores e mais conhecidos lagos na região dos Andes, na fronteira entre o Peru e a Bolívia, e segundo lenda andina foi de suas águas que nasceu a civilização inca. O lago é a representação perfeita da energia kundalini, que sobe através do chakra sexual, que é onde a energia primal nasce e desperta para os outros centros. Sua função é harmonizar as relações com nós mesmos e também as interpessoais, estimular o amor próprio e a geração de si mesmo. A palavra chave é ‘criação’.

3º chakra (Plexo Solar) – Ayers Rock/Uluru, Austrália

O terceiro chakra (Plexo Solar) fica em Ayers Rock/Uluru, na Austrália || Créditos: iStock

O monólito de Uluru, mais conhecido como Ayers Rock, é uma estrutura geológica formada por um único maciço de rocha com mais de 300 metros de altura e 9,4 quilômetros de circunferência. Sua imponência fez com que fosse considerado sagrado por tribos aborígenes que habitam a região há mais de 10 mil anos, tanto que seu nome vem desse povo. Seu chakra é Plexo Solar, que influencia nossa relação com a matéria e com o poder pessoal. Nele ficam retidas emoções densas como raiva, julgamento, rancor e é o centro do ego. A palavra chave é ‘ação’.

4º chakra (Cardíaco) –  Dorset, Inglaterra

O quarto chakra (Cardíaco) fica em Dorset, na Inglaterra || Créditos: iStock

Durdle Door é uma paisagem cinematográfica. A costa de Dorset formada por penhascos brancos e fundo azul turquesa do mar. O arco de Durdle Door e os penhascos adjacentes são conhecidos como Costa Jurássica e são considerados patrimônio da humanidade. É lá que está o chakra do coração, considerado o centro do amor e canal de expressão dos sentimentos. Também está vinculado ao equilíbrio, ao amor universal, à compaixão e à união. É responsável pela energização do sistema cardiorrespiratório  e tem a função de equilibrar as energias de todos os outros. A palavra chave é ‘equilíbrio’.

5º chakra (Laríngeo) – Monte Sinai, Egito

O quinto chakra (Laríngeo) fica em uma área que abrange o Monte Sinai, no Egito || Créditos: iStock

O Chakra Laríngeo da Terra inclui a área da Grande Pirâmide e o Monte Sinai, ambos no Egito, e o Monte das Oliveiras, em Jerusalém. É um dos maiores centros de energia, representado como “a voz do Planeta”. O Monte Sinai, por exemplo, é uma região considerada sagrada por três religiões: judaísmo, cristianismo e islamismo. Segundo a Bíblia e a tradição judaica, foi lá que Moisés recebeu as Tábuas da Sagradas.  No corpo este chakra está localizado na garganta e é responsável pela comunicação, pela expressão das ideias, verbalização e concretização de projetos. A palavra chave é a ‘expressão’.

6º chakra (Frontal) – Glastonbury, Inglaterra 

O sexto chakra (Frontal) atualmente fica na área de Glastonbury, na Inglaterra || Créditos: iStock

Normalmente um lugar tranquilo com uma paisagem de tirar o fôlego, Glastonbury é particularmente notável pelos mitos e lendas a respeito da colina próxima dali, a Glastonbury Tor, que reina solitária em meio à planície de Somerset Levels. Esses mitos são a respeito de José de Arimatéia, do Santo Graal e do Rei Artur. É lá que está o chakra frontal, responsável por dar os comandos a todo corpo, representando também nossos ideais, raciocínio lógico,  pensamentos, observação, percepção e intuição. A palavra chave é a ‘intuição’.

7º chakra (coroa) – Monte Kailash, Tibete

O sétimo chakra (Coronário) fica no Monte Kailash, no Tibete || Créditos: iStock

O Monte Kailash, no Tibete, é considerado um dos lugares mais sagrados para os hindus e budistas. É também a nascente de quatro dos maiores rios da Ásia: Ganges, Bramaputra, Indo e Sutlej. A montanha é o centro do chakra da coroa. É através dele que alcançamos a compreensão de tudo e nos conectamos ao plano espiritual, com o Eu Superior, com Deus e o divino. Está ligado à nossa conexão e evolução espiritual. A palavra chave é ‘conexão’.

Em tempo: mesmo que esses 7 chakras tenham uma energia muito elevada e sejam os mais conhecidos, há também outros pontos energéticos ao redor do mundo, como: Triângulo das Bermudas, Monte Fuji, Maui, Sedona, Lago Louise, Ilha de Páscoa, Angkor Wat, Cidade do Cabo, Lake Taupo, entre outros. (Por Laura Ferreira e Morgana Bressiani)