Série da semana: “This Is Pop” mergulha nos bastidores da música pop ao longo dos últimos 70 anos

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Série “This is Pop” | Crédito: Divulgação

O mundo da música é repleto de estilos, nacionalidades, artistas e segredos. Ao contar histórias nunca antes retratadas, a série documental “This Is Pop”, disponível na Netflix em parceria com a Banger Films, desvenda casos curiosos do mundo pop. São oito episódios que abordam os acontecimentos ao longo das últimas sete décadas, passando por temas como auto-tune (mecanismo para mudar a voz), boy bands, country pop, britpop, festivais, canções como forma de protesto e muito mais.

Além disso, a produção traz entrevistas exclusivas com artistas e bandas, entre eles Babyface, Shania Twain, ABBA, Boyz II Men, grupo norte-americano de R&B/Soul que estourou nos anos 1990, e o rapper T-Pain, esculhambado por abusar do auto-tune como opção estética.

Os episódios sobre o country, influência sueca na música, festivais e efeito Boyz II Men são incríveis. Na atração, é possível descobrir que a Cher foi a primeira artista a usar auto-tune, mas foi quem Kanye West quem deixou o efeito “aceitável”, que Babyface acredita que o sucesso dos Boyz II Men não se estendeu porque a indústria preferia boy bands de garotos brancos, ou que o ABBA não era aceito a princípio na Suécia, mas bastou Elvis Costello batizá-los para o país amar o conjunto. Ao mesmo tempo que celebra o papel do pop, a atração reflete sobre a importância da música, dentro e fora da indústria, em lutas como feminismo, racismo, política queer e injustiça social (por Baárbara Martinez).

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