26.09.2019  /  9:51

Serena Williams faz 38 anos com um novo objetivo em mente: migrar do esporte para o mundo dos negócios

Serena Williams || Créditos: Reprodução

Serena Williams completa 38 primaveras nesta quinta-feira como a maior tenista de todos os tempos e um novo objetivo em vista: a atleta americana está decidia a migrar do esporte para o mundo dos negócios em um futuro nem tão distante assim. Dona de uma fortuna estimada em US$ 180 milhões (R$ 747,9 milhões), Williams lançou há cerca de dois anos sua própria empresa de investimentos, a Serena Ventures, através da qual já fez aportes em pelo menos 30 companhias, incluindo aí o banco digital de criptomoedas Coinbase e a plataforma virtual de educação MasterClass.

Em entrevista para o canal de notícias econômicas americana “CNBC” na última terça-feira, a vencedora de 23 Grand Slams – como se chama o feito notável de ganhar todos os quatro grandes torneios de tênis no mesmo ano – explicou que costuma escolher onde colocar o dinheiro que ganhou até hoje de uma forma bastante simples. “Eu busco investir em negócios que oferecem soluções práticas para problemas comuns”, ela contou.

Foi assim que a mãe da pequena Alexis Olympia Ohanian Jr. resolveu se tornar sócia da Colugo, uma start-up americana que fabrica carrinhos de bebês pensados sob medida para as mamães mais modernas e cujo processo de produção é totalmente eco-friendly. “Além disso, e ao contrário de outros carrinhos de bebê, os da Colugo eu consigo abrir facilmente”, contou Williams, que deu à luz a herdeira em 2017.

Entre os próximos grandes projetos dela, um dos mais ambiciosos é transformar a marca de roupas femininas que leva seu nome na próxima mania entre as fashionistas e, de quebra, em um símbolo de empoderamento feminino. “Eu só me envolvo em empreitadas que são lideradas por mulheres ou que contam com a participação de muitas delas, porque acho importantíssimo entrar numa sala de reuniões e encontrar gente de todo tipo ao redor da mesma mesa”, revelou a rainha das quadras no bate papo com o pessoal da “CNBC”. (Por Anderson Antunes)