08.07.2018  /  9:00

Sabe o que o filho de Julia Lemmertz e Alexandre Borges virou? Um papo com a atriz sobre o caçula, aqui!

Julia Lemmertz e o filho, Miguel || Créditos: Reprodução

Miguel, filho de Julia Lemmertz e Alexandre Borges, fez 18 anos. Como quase todo garoto dessa idade, está experimentando, se descobrindo. No que ele tem investido seu tempo? Bom, o menino virou rapper. Foi a fã número 1 que contou os detalhes pra gente. “Ele está começando, criando, se encontrando com pessoas, fazendo a música dele. É muito doido. Ele escreve, é um poeta. Começou há uns 4 anos e é bem bonito o que ele produz. Está nesse caminho. Mas também faz Comunicação na PUC aqui do Rio. Está no início da vida criativa, ainda tem muita coisa pra viver”.

Leva jeito mesmo? “Acho ele muito incrível, consistente, tem letras muito fortes políticas, sociais. Está numa onda de pensar o tempo dele. Miguel é repentista, faz na hora, de improviso. E me mostra, sim”, contou a mãe, que também é a maior coruja com Luiza, sua mais velha, que está fazendo “Grande Sertão: Veredas” com Bia Lessa no teatro. Nada mal…

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Aqui em cima, um vídeo com um dos raps de Miguel. Mudando de assunto, por onde anda Julia? “Fiz um filme, ‘Música para Quando as Luzes se Apagam’, que é meio documentário e meio ficção, que está rodando festivais. Ganhou um prêmio em Lion e um em um festival alternativo em Londres. Deve ser lançado até o fim do ano aqui no Brasil. E vou estar na próxima novela das seis, ‘Espelho da Vida'”. O papel? “São duas personagens, uma vive em 2018 e outra em 1930. Faço a mãe da protagonista, interpretada pela Vitoria Strada. Ela tem uma história muito bonita, é uma mulher do bem e sofrida. Na segunda fase, ela tem um resgate, mas ainda assim está buscando a felicidade. Ela conquista muita coisa, mas, como todos os personagens, ainda tem contas a acertar”.

Acredita em reencarnação, tema abordado na trama? “Não sou espírita, mas gosto de pensar que você tem várias vidas. Acreditar que só exista isso aqui talvez seja muito pouco. Acho que a gente vive simultaneamente, tem universos paralelos. Creio mais nisso do que em reencarnação, mas a verdade é que a gente não sabe nada. E não lembra. Nasce sem saber o que se passou antes. Só o que a gente tem é o hoje, o agora. E já está de bom tamanho porque dá trabalho suficiente”. (por Michelle Licory)