22.01.2013  /  13:14

“Rio Eu Te Amo”: muito além de um filme de diretores estelares

Fábio Seixas. diretor da Conspiração

Glamurama atendeu a um convite da Conspiração, produtora responsável pelo projeto “Rio Eu Te Amo”, para ir até um bar de Botafogo e ficar por dentro não só de novidades do filme – na mesma linha do”Paris, je t’aime” e “New York, I Love You”. A ideia era mostrar também ações paralelas em diferentes plataformas, mas com essa mesma marca do amor pela cidade.

* Assistimos a depoimentos gravados de Fernando Meirelles, José Padilha e Andrucha Waddington, três dos dez cineastas que vão assinar o longa, a ser lançado em 2014. Cada um terá elenco e história independentes e tudo será costurado depois. Mas o mais legal do vídeo exibido foi o testemunho de Fernanda Montenegro, outra entusiasta do projeto, falando da cidade como pano de fundo para seu romance com o marido, Fernando Torres. “A gente saía dos ensaios do teatro e ia ver a praia de Copacabana. Acabamos nos casando em uma igrejinha de São Cristóvão. Ele chorava tanto que quase não conseguiu dizer ‘sim’.”

* Com o gancho “Rio Eu Te Amo”, estão sendo promovidos shows surpresa em lugares como Arpoador e Urca. Foram distribuídas flores na Lagoa e balões vermelhos em formato de coração pelos bairros. No Carnaval, o Me Beija Que Eu Sou Cineasta e outros blocos serão visitados por um carro que vai customizar fantasias para os foliões. A ideia é sempre registrar tudo e veicular na internet. O movimento também apoia esportes bem cariocas como o body board, em uma parceria com nomes da área, como Rodrigo Bolinha, e o stand up paddle. A preocupação é não fazer apenas um filme, e sim deixar um legado para a cidade, como a revitalização de espaços públicos.

* Gilberto Gil é o diretor musical do projeto, já aderido por Adriana Varejão, Mariana Ximenes e Oskar Metsavaht, responsável pelas camisetas oficiais do movimento. E vem mais por aí: um concurso de fotos sobre o tema no Instagram e os melhores cliques vão estampar novas camisetas, que serão vendidas na Osklen. Bacana, né?

Camiseta de Oskar Metsavaht