20.07.2017  /  10:56

Rainha das tops e dos títulos: nos 37 anos de Gisele, confira 5 recordes que ela bateu

Gisele Bündchen || Créditos: Getty Images

Quem sopra velinhas nesta quinta-feira é a übermodel Gisele Bündchen, que completa 37 anos. Apesar da idade “avançada” para os padrões do mundo das modelos, a brasileira continua reinando absoluta e segue como uma das mais requisitadas e de longe a mais bem paga do mundo, um status que nenhuma outra top manteve por tantos anos antes dela.

Aliás, Gisele já bateu vários recordes ao longo da carreira que dificilmente serão quebrados tão cedo, já que é simplesmente considerada insubstituível, e olha que já tentaram até clonar ela… Quer saber os outros títulos que ela tem no currículo? Então continua lendo…

Gisele e algumas de suas capas || Créditos: Reprodução

Rainha das capas

Com um dos rostos mais famosos da moda, Gisele é destaque em revistas ao redor do mundo dia sim e dia também. Até a irmã gêmea e assessora pessoal dela, Patrícia Bündchen, já disse em entrevistas que é impossível manter um controle disso. Mas é fato que nenhuma outra modelo em todo o mundo faz tantas capas, e há alguns anos a revista americana “Maxim” fez um levantamento e concluiu que se todas as publicações que colocaram a brasileira na capa tivessem suas páginas enfileiradas elas dariam a volta ao mundo… duas vezes!

Gisele com o “Fantasy Bra” milionário, em 2001 || Créditos: Getty Images

O maior contrato da moda

Gisele estourou nos Estados Unidos no fim dos anos 1990, e em 2000 assinou aquele que é até hoje o maior contrato da história entre uma modelo e uma marca: foi com a Victoria’s Secret, que pagou US$ 25 milhões (R$ 78,5 milhões) para ter a exclusividade sobre a imagem da modelo no país até 2005. Ela eventualmente renovou o contrato por mais dois anos, mas optou por colocar um ponto final na parceria com a grife de lingerie em 2007, para se dedicar a outros projetos. Também é dela o recorde de sutiã mais caro usado em um desfile da VS: ela abriu a edição de 2001 do evento a bordo de um “Fantasy Bra” coberto de diamantes e avaliado em mais de US$ 15 milhões (R$ 47,1 milhões).

A brasileira não quis ser clonada || Créditos: Getty Images

Duas vezes Gisele

O segundo maior contrato da moda, e certamente o mais absurdo, também poderia ter sido dela. Em 2001, a empresa americana especializada em pesquisas sobre clonagem de seres humanos Clonaid ofereceu a Gisele a soma sem precedentes até então de US$ 20 milhões (R$ 62,8 milhões) para tê-la como estrela de um único comercial para promover o tema e, de quebra, pela chance de cloná-la. A proposta foi feita publicamente pela então CEO da Clonaid, Brigitte Boisselier, hoje uma das líderes do movimento raeliano, formado por pessoas que acreditam que os humanos foram “criados” por seres de outros planetas. A resposta da brasileira? “De mim já basta eu”, ela disse em uma entrevista.

A mais bem paga, segundo o “Guinness Book” || Créditos: Getty Images/Reprodução

No Livro dos Recordes

Como dona de vários recordes, nada mais natural do que ganhar uma menção no “Guinness Book”. O feito aconteceu em 2015, quando Gisele figurou no famoso livro como a modelo que mais ganhou dinheiro em um ano – US$ 47 milhões (R$ 147,6 milhões), entre junho de 2014 e junho daquele ano. No total, os ganhos dela na carreira já ultrapassaram os US$ 460 milhões (R$ 1,44 bilhão), graças não somente ao trabalho como modelo mas também a negócios como uma marca de produtos de beleza eco-friendly, a Sejaa Pure Skincare, e uma outra de lingerie, a GB Intimates, lançada em parceria com a Hope.

Desfile no Maracanã || Créditos: Getty Images

Caminhada épica

Gisele anunciou sua aposentadoria das passarelas em 2015, mas a despedida de fato ocorreu no ano seguinte, durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro. Diante de um Maracanã cheio e de uma audiência com mais de 3 bilhões de telespectadores, ela desfilou por uma distância de 128 metros entre um ponto e outro do estádio mais famoso do Brasil, mais do que o dobro de uma passarela normal, e roubou a cena na abertura do maior evento esportivo do mundo. O jornalista americano Richard Lawson, da revista “Vanity Fair”, resumiu o momento no Twitter. “Gisele literalmente apenas caminhou dentro do estádio, e foi um acontecimento”, ele postou no microblog. (Por Anderson Antunes)