Quatro dos maiores chefs do Rio criam receitas de pastel

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Thomas Troisgros, Rafa Costa e Silva e Pedro de Artagão || Créditos: Juliana Rezende
Thomas Troisgros, Rafa Costa e Silva e Pedro de Artagão || Créditos: Juliana Rezende

Quatro top chefs cariocas criaram receitas de pastel que entraram para um menu temporário do bar Astor de Ipanema. Metade do valor de venda será doado para a ONG Gastromotiva. Os nomes que abraçaram o projeto? Thomas Troisgros, Rafael Costa e Silva, Pedro de Artagão e Felipe Bronze. Glamurama esteve na noite de lançamento, essa segunda-feira, e conversou com três deles – Felipe estava fora do Rio. (por Michelle Licory)

Rafael Costa e Silva [Lasai]

“Essa receita veio de um aperitivo do meu restaurante [um recheio de batata com pargo], mas lá a gente faz com outro peixe. Esse aqui saiu melhor que o de lá. Como tudo o que faço, é simples e minimalista. São apenas quatro ingredientes, que pra mim são espetaculares. Qual eu gostei mais entre as receitas dos outros chefs? Gostei de todos. O do Pedro é o mais comercial, de carne, muito bem feito, muito bom. O do Felipe também é comercial, de queijo. O do Thomas é o mais ‘diferentezinho’, e o mais difícil de vender também. Tem um toque asiático que gosto bastante.”

Thomas Troisgros [TT Burger e os restaurantes da rede CT mais o Olympe, do pai, Claude Troisgros]

“Desde garoto, com uns 15 anos, comia um pastel parecido no Boteco 66 [outro empreendimento de Claude, que não existe mais]. Fiz uma releitura. É uma base de vatapá, que a gente deixou com uma cara thai. É um twist no vatapá… Já faço parte da Gastromotiva e frequento o Astor. Então tinha tudo a ver participar desse projeto. Não vou falar qual dos outros três pasteis é o meu preferido…”

Pedro de Artagão [Irajá e Formidable Bistrô]

“Soube o que os outros estavam fazendo e achei que tinha que ter pelo menos um de carne. Venho trabalhando a língua em outras formas de cozinhar. Vi que ficaria gostoso e diferente, inusitado. E língua é barata, daria um lucro maior para o projeto. Sei que tem gente que tem preconceito com língua, é considerada miúdo. Mas, como qualquer restrição, vem de más experiências. Língua é ótimo, mas precisa mesmo de uma atenção maior para ficar macia. Meu pastel preferido? O do Thomas.” Então Thomas chega perto e confessa: “Não falei pra ser político, mas gostei mais do pastel do Pedro.”

* Vem ver como foi o evento aqui embaixo, na nossa galeria de fotos. Ah, quer as receitas? Passe no Astor até o dia 31, ajude a Gastromotiva e pegue um livrinho com tudo.

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