17.07.2020  /  10:08

Princesa Beatrice decidiu não esperar mais e se casou, na surdina, no Castelo de Windsor. Aos fatos!

Edoardo Mapelli Mozzi e Beatrice || Créditos: Reprodução

A pandemia já rendeu várias casualidades, e uma delas foi algo até então impensável: um casamento real realizado na surdina. E foi justamente isso que aconteceu nessa sexta-feira, mais precisamente na capela All Saints do Castelo de Windsor, o palco da aguardada troca de alianças da princesa Beatrice com o italiano Edoardo Mapelli Mozzi. Os dois, que noivaram em setembro do ano passado, planejavam uma subida ao altar com toda a pompa e circunstância tão comum à realeza britânica. Mas daí veio o novo coronavírus e colocou o sonho deles por terra. Some-se a isso o fato de que o pai de Beatrice, o príncipe Andrew, está envolvido no escândalo Jeffrey Epstein e corre até risco de se tornar réu nos Estados Unidos por causa do imbróglio, e dá pra dizer que a “royal” realmente faz jus ao apelido que ganhou dos britânicos, que a chamam de “membro mais azarada da família real do Reino Unido”.

Mas, voltando ao casório dela e de Mozzi, tratado por Edo pelos mais íntimos, pelo menos 20 convidados participaram da cerimônia realizada na residência oficial da rainha Elizabeth II, avó de Beatrice, nos arredores de Londres. A monarca, claro, estava presente, assim como o marido dela, o príncipe Philip, que se retirou da vida pública anos atrás. Todos estavam muito bem vestidos, mas mantendo a distância necessária entre si nesses tempos de quarentena. Aliás, casamentos estão proibidos no Reino Unido desde o último dia 4, então a princesa pode se gabar por pelo menos ter conseguido uma licença do governo de Boris Johnson para oficializar sua mudança de estado civil.

Se tiver mais sorte que outras noivas reais que se casaram para o mundo ver e no fim viveram só dramas, sendo a própria mãe de Beatrice, a duquesa de York Sarah Ferguson, uma delas, quem sabe lá na frente todos concluam que o melhor mesmo para os sangues-azuis britânicos é celebrar seu amor o mais distante dos holofotes possível. (Por Anderson Antunes)