Deborah Secco: “A insegurança [da mulher] não está na outra, e sim em si mesma”

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Deborah Secco não via a hora de começar a sessão de "Bruna Surfistinha", na noite dessa segunda-feira, no cinema Odeon, cenário da primeira pré-estreia do filme, no Rio. A expectativa dela – "enorme" – era em relação à reação da plateia. Mas a opinião de Roger Flores sobre as cenas picantes do longa a gente fica devendo. O jogador não acompanhou a mulher, que estava linda com um modelo de chiffon e georgette de seda pura com renda francesa dourada da marca Lethicia Bronstein e bolsa Denise Fasano para LOOL. Aliás, quem chegou com Deborah foi a mãe, Sílvia.

* Giulia Gam, que estava entre os convidados, "causou" ao decretar: "Todas sonham em ser uma prostituta, nem que seja para o marido". Então, perguntamos a Deborah se ela concorda. "Nunca pensei para o meu marido, mas sempre tive vontade como atriz, até porque a maioria de estatuetas do Oscar para intérpretes femininos foi para papéis de prostitutas." Isso que se chama sair pela tangente.
* A gente quis saber se ela acha que toda mulher casada tem certo medo que o homem amado encontre uma Surfistinha por aí… "As mulheres estão cada vez mais seguras. E a insegurança não está na outra, e sim em si mesma. Não está no que o cara pode encontrar, mas no que não está bom no aqui e agora." Concorda, glamurette? Deborah disse ainda o que aprendeu com esse personagem. "A gente não deve julgar ninguém. Às vezes, o que a gente acha errado é o melhor que as pessoas conseguem fazer na vida. Esse pré-julgamento, pré-conceito não existe mais pra mim."

* No palco, ao apresentar o filme para o público, ela, emocionada, agradeceu as companheiras de elenco com o seguinte comentário: "Elas dividiram a cena comigo de uma forma tão linda. É tão raro nessa profissão encontrar pessoas generosas que não querem competir, só somar…" Em tempo: quer assistir à entrevista completa e ficar por dentro de tudo que rolou por lá? Clique aqui!

Deborah Secco: nada de competição