15.04.2021  /  9:00

Para controlar a compulsão por doces na pandemia, nutricionista ensina cinco hábitos saudáveis e necessários

Melhore a compulsão por doces na pandemia / Crédito: Getty Images

Em plena pandemia, muitas vezes nos pegamos ansiosos e com medo, e é nessa fase que, muitas vezes, aliviamos a tensão na comida, em especial nos doces. Por conta disso, esse é um bom momento para reavaliar os nossos hábitos alimentares. Segundo a nutricionista Fernanda Scheer, a compulsão por eles tem quase sempre um gatilho emocional: é o corpo buscando uma compensação por um excesso ou carência. Afinal, um docinho é uma saída fácil para compensar cansaço, tristeza, frustração.

Fernanda chama a atenção para outros fatores que podem estar ligados à compulsão:

Hábito – Todo hábito é criado pela repetição. Será que você não ensinou o seu corpo a depender de um docinho diariamente?

Carências nutricionais – A falta de alguns nutrientes, como magnésio e cromo, pode aumentar o desejo por doces. Que tal aumentar o consumo de alimentos ricos nessas substâncias para ver o que acontece? Cacau em pó, amêndoas, grão-de-bico e sementes são alguns deles.

Alimentação errada – Refeições ricas em alimentos refinados, como farinha branca e tapioca, podem causar desequilíbrios nos níveis de glicose no sangue, aumentando o desejo por doces. Dê preferência ao carboidrato das raízes que são nutritivas e promovem um aumento gradual de glicose.

Baixo consumo de gorduras e proteínas – Equilibre suas refeições para que tenham sempre boas fontes de gorduras boas (azeite, abacate e castanhas) e fontes proteicas (peixe, ovo, carnes, lentilha, tofu e grão-de-bico), assim seu corpo estará sempre nutrido e saciado

Síndrone Fúngica – Quando Fungos no organismo aumentam significativamente a vontade de comer doce, já que o açúcar é seu combustível preferido. A solução? Eliminar os fungos – Chás, sementes, óleo de coco e fitoterapia podem ajudar – e parar de alimentá-los, cortando, reduzindo ou trocando o açúcar refinado por frutas.