créditos: Mauricio Nahas / Revista J.P
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Paolla Oliveira faz 34 anos seguindo os passos do pai. Como policial…

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Paolla Oliveira na capa da revista J.P  ||  Créditos: Mauricio Nahas / Revista J.P
Paolla Oliveira na capa da revista J.P || Créditos: Mauricio Nahas / Revista J.P

Nesta quinta-feira, Paolla Oliveira completa 34 anos. Vai ter festa, no Rio, organizada por Carol Sampaio. “Vou fazer uma comemoração, reunir amigos. O melhor do aniversário é quando ele está chegando. O dia mesmo passa tão rápido. Tenho uma coisa com aniversário: acho que é quando o nosso ano novo começa de verdade. O mais importante é parar, me centrar, respirar, agradecer muito e desejar que seja um ano tão bom quanto o que passou”.

Por Michelle Licory

Se me sinto mais bonita?

“Estou ficando velha…”, nos disse a atriz. “Brincadeira… Estou feliz. É preciso estar feliz em todas as fases. Quando eu tinha 20, achava que seria a melhor época da vida. Hoje, quando olho pra trás, vejo que agora é melhor. E espero que seja sempre assim: que o dia atual seja o melhor. Se me sinto mais bonita? Eu aprendi tanta coisa ao longo do caminho… E acho que isso traz bem estar e beleza, sim. Me sinto mais bonita hoje”. O que a moça quer ganhar de presente? “Muito abraço, muito beijo e carinho. Você pode ter tudo, mas precisa sempre disso. Que todo mundo que gosta de mim faça um pensamento positivo e me mande boas energias”.

“Eu não tinha medo, fazia parte da nossa realidade”

Paolla já foi escalada para ser uma das protagonistas da próxima novela de Gloria Perez, “À Flor da Pele”, que vai ao ar em 2017, na faixa das nove. Isis Valverde e Debora Falabella também estariam confirmadas na trama. O papel que Paolla vai fazer? Algo bem familiar… “Uma policial lutadora. Nunca fiz curso de tiro, mas na TV você acaba aprendendo alguma coisa. E meu pai sabe mexer com arma. Foi policial a vida toda. Convivi com isso. Ele trabalhou no Canil, na ROTA [unidade de elite da PM de São Paulo]. Sempre via um pouco desse meio, visitava o trabalho dele. A gente ia passear lá. Eu não tinha medo, fazia parte da nossa realidade, uma profissão normal. Mas agora vou ver com outros olhos”.

Tatame

E as lutas? “Eu gosto, já fiz aula, mas quero fazer sempre tanta coisa que não fui pra frente. Já tentei judô, kung fu. Mas isso lá atrás. O que tiver que treinar, eu treino. Adoro esporte”.