Home office || Créditos: Paige Cody/Unsplash

Enquanto muitas empresas estudam manter home office, JP Morgan vê produtividade despencar com modelo de trabalho

18.09.2020  /  18:02

Home office || Créditos: Paige Cody/Unsplash

Por conta da pandemia do novo coronavírus, várias empresas adotaram home office e algumas das maiores companhias do planeta devem aderir ao sistema do universo corporativo. Em maio deste ano, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, afirmou que deve permitir que muitos de seus funcionários trabalhem permanentemente de suas casas. Inicialmente, a ideia era fazer com que a mudança de rotina fosse temporária, mas parece que o empresário não viu grandes prejuízos com a dinâmica.

O anúncio de Zuckerberg veio depois que a rede social Twitter e a empresa de pagamentos Square, lideradas por Jack Dorsey, afirmou que seus funcionários poderiam trabalhar de casa por tempo indeterminado. Já os empregados do Google também foram transferidos para o home office até o fim de 2020. Em São Paulo, o prefeito Bruno Covas tornou permanente o trabalho em home office para funcionários da prefeitura. Segundo ele, existe “significativa redução de despesas de custeio” desde que o trabalho em casa começou por causa da pandemia.

No entanto o modo de produção não parece funcionar em todas as situações. O JP Morgan viu sua produtividade despencar em todos os departamentos depois do lockdown. Segundo o CEO do maior banco dos Estados Unidos, o impacto foi sentido de maneira mais forte nas segundas e sextas-feiras. De acordo com ele, a queda foi um dos motivos considerados para que o banco determinasse a volta de grande parte dos funcionários ao escritório nas próximas semanas. (Por Giorgia Cavicchioli)