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Isabela Capeto com “Despacho”, Adriana Barreto com “Caldos da Rainha”, “O Colador de Cacos”, de Vik Muniz, “Transborda-lo”, de Tunga, e “A Última Lagosta”, de Maria Lynch: universo Bordallo

Vik Muniz, Isabela Capeto, Tunga, Adriana Barreto, Maria Lynch, Barrão e mais 14 brasileiros foram convidados pela Faianças Bordallo Pinheiro, em Portugal, para desenvolver obras de arte a partir das formas das famosas cerâmicas produzidas por lá. O resultado está na exposição “Universo Bordallo Pinheiro – Bordallianos do Brasil”, inaugurada nessa segunda-feira no espaço Oi Futuro do Flamengo, no Rio.

* A fábrica fica na cidade de Caldas da Rainha, a cerca de 90 km de Lisboa. Veio daí a inspiração para a peça assinada por Adriana, “Caldos da Rainha”, uma sopeira cheia de musgos e bichos atraídos pelo cheiro da comida – sapos, caramujos, lagartos e uma cobra. É como se a louça estivesse enterrada desde o tempo de D. Leonor, mulher de Dom João II, que fundou o povoado. “Mas a cobra portuguesa é muito sem graça, então resolvi fazer uma coral, em referência ao nosso país”, contou a artista ao Glamurama. A filha dela, Maria, participa da mostra com “A Última Lagosta”, toda monocromática, em um tom de vermelho vivo.

* Isabela teve sua ideia antes de viajar a Portugal para desenvolver a peça com a equipe de ceramistas. “Coleciono itens do Bordallo e já sabia que ele faz muitas frutas e legumes. Queria juntar essa natureza morta em um trabalho sobre despacho. Fiquei com medo de considerarem muito pesado, mas expliquei que era uma oferenda. A gente tinha que usar as formas que já existem lá, prontas. É um projeto de parceria mesmo. Quando achei essa cabeça de porco, decidi na hora que seria a minha base. Fiquei 15 dias maravilhosos lá. É uma fábrica pequena, linda. Foi uma honra e uma responsabilidade fazer parte disso, junto com esses artistas contemporâneos tão importantes. Nunca tinha feito nada parecido.”

* Em tempo: foram feitas 250 cópias de cada uma das 20 obras, que serão comercializadas por galerias, como a Fortes Vilaça. “O Colador de Cacos”, de Vik Muniz, custa R$ 7 mil. A mais cara, “Transborda-lo”, de Tunga, está à venda por R$ 7.500. O que achou, glamurette?

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