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Cada vez mais apaixonado pelo cinema, Márcio Garcia tem dedicado toda a atenção dele aos projetos que tem nessa área. Além de dirigir o filme “Bed & Breakfast”, com Juliana Paes e Rodrigo Lombardi, ele já estuda a possibilidade de comandar uma produção norte-americana, com “orçamento alto e atores incríveis”. Mas, antes disso, viria ainda mais um longa nacional, “O Golpe”, em 3D. Ao Glamurama, Márcio contou como é essa nova empreitada e como tudo começou.

Quando surgiu a ideia de começar a trabalhar como diretor?

“Sempre fui apaixonado por cinema. Costumava brincar com a câmera do meu pai desde criança. Na verdade, sempre soube que esta hora chegaria. Mas a ideia se concretizou quando resolvi filmar o ‘Predileção’, um curta-metragem repleto de cenas de ação e efeitos especiais que tinha tudo pra dar errado, mas deu supercerto.”

Qual é a sua prioridade hoje: atuar ou dirigir?

“Amo atuar, mas atualmente vivo uma paixão pela direção. Quando se dirige, tem-se a oportunidade de passar a mensagem do seu ponto de vista. Penso que o mais importante é focar no que estou fazendo, seja atuar, apresentar ou dirigir.”

Qual é a principal diferença entre estar na frente e atrás das câmeras?

“A responsabilidade. O ator deve focar na construção da sua personagem dentro do roteiro, na relação com as outras personagens e na atmosfera que cerca o enredo da obra. O diretor deve entender, refletir e perceber todas as variáveis da obra: roteiro, relação entre todas as personagens, cenário, locações, figurino, cores e equacioná-las de modo que o resultado crie a atmosfera desejada de forma linear e que a história seja contada pelos atores com objetividade.”

Ainda há a possibilidade de você voltar a apresentar programa? Sente falta?

“Com certeza isso vai acontecer. É só questão de tempo. Sinto saudades, sim, mas o mais engraçado é que, sempre que saio na rua, sou cobrado: ‘E o programa, Márcio? É pra quando?’”

Márcio Garcia dirigindo Juliana Paes: da tevê para o cinema

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