Príncipe William e Kate Middleton
Foto: Pool/Samir Hussein/WireImage

Revolução palaciana: Kate e William vão promover demissão em massa para ‘atualizar’ time de assessores

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Descontentes ao extremo com o resultado catastrófico de seu recente tour pelo Caribe, Kate Middleton e o príncipe William decidiram renovar por completo o time de assessores e profissionais das relações públicas que há anos cuida de suas respectivas imagens no Palácio de Kensington, a residência oficial da futura rainha consorte e do futuro rei em Londres.

Coisas desse tipo são raras de se ver por lá, diga-se de passagem, e a mais famosa foi tema de um episódio da segunda temporada de “The Crown”, intitulado “Marionettes” e ambientado no fim dos anos 1950. A série mostrou como John Grigg, um crítico ferrenho de Elizabeth II e da Coroa, acabou por ajudá-la a renovar a monarquia (na época, Grigg era conhecido como Lord Altrincham, título do qual abriu mão em 1963).

Voltando à duquesa e ao duque de Cambridge, que estiveram no mês passado em Belize, na Jamaica e nas Bahamas representando Sua Majestade e em visita oficial organizada para celebrar o Jubileu de Platina da monarca, as reações dos locais em nada lembravam a suposta alta popularidade daquele que dizem ser o casal mais querido da realeza na atualidade.

Pra começar, o desastre de Kate e Wills em solo caribenho tem a ver com a forma em que eles foram recebidos por lá, com vários protestos antimonárquicos, gritos contra seus discursos pré-escritos, que aparentemente não foram lidos com antecedência por quem os proferiu, e que continham frases e expressões que até fariam sentido nos tempos de auge do Império Britânico, mas não em pleno 2022 – ou mesmo quando Grigg se tornou um vilão por causa de suas críticas contra Elizabeth II décadas atrás.

Segundo aqueles que sabem de tudo que acontece nos bastidores palacianos da capital inglesa, os Cambridges estão entrevistando pessoalmente alguns candidatos para montar sua nova equipe de assessoria que, entre outras coisas, querem que seja multiracial, uma vez que na atual há somente funcionários caucasianos.

Outra exigência é que não sejam bajuladores, já que os críticos também podem ser muito úteis. Grigg, que morreu em 2001, sabia bem disso, tanto que bem antes de morrer teve seus “valiosos serviços” prestados à família real do Reino Unido reconhecidos oficialmente pela chefe da Casa Real de Windsor.

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