Joyce Pascowitch bate papo com a figurinista Cláudia Kopke sobre carreira, prêmios e trabalho com Paulo Gustavo: “Foi uma riqueza trabalhar com ele”

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Joyce Pascowitch e Cláudia Kopke || Créditos: Reprodução

Para fechar a semana com chave de ouro, Joyce Pascowitch conversou com Cláudia Kopke, uma das figurinistas mais requisitadas do país. Nome por trás dos figurinos icônicos dos filmes “Que Horas Ela Volta?”, “Tropa de Elite”, “2 Filhos de Francisco”, “Casa de Areia”, “Cazuza – O tempo não para”, “O Bem Amado” e “Paraísos Artificias”, entre outros, Cláudia iniciou sua carreira na década de 1980, vestindo bandas de rock, e rapidamente conquistou grandes nomes do cinema, da música, da ópera, do teatro e da televisão.

Com um trabalho sutil, mas que faz toda a diferença no resultado final da produção, foi também ela quem assinou o figurino da série de filmes “Minha Mãe é uma Peça”, de Paulo Gustavo. “Ele sabia muito o que queria para os figurinos. As personagens já estavam com ele há bastante tempo e eu entrei depois, mas acredito que consegui contribuir. Fizemos uma apresentação superbonita, ele ficou bem satisfeito. Quando acontecia dele não gostar muito de alguma produção, eu insistia, pedia para testar e ele aceitava. Procurei levar a graça do texto também para o figurino. Foi uma riqueza trabalhar com ele”, relembrou. Play para conferir o papo na íntegra:

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