Paolla Oliveira
Paolla Oliveira || Créditos: Bruna Guerra

Paolla Oliveira vive PM: “Fetiche? O universo dela é bem masculino…”

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Paolla Oliveira || Créditos: Bruna Guerra
Paolla Oliveira || Créditos: Bruna Guerra

Paolla Oliveira é uma das protagonistas de “À Flor da Pele”, próxima novela das nove da Globo, escrita por Glória Perez. Ela divide o posto com Juliana Paes – que faz uma mulher de classe média que entra para o mundo do tráfico de drogas -, Isis Valverde – adepta do sereismo – e Debora Falabella. Em algum momento da trama, as quatro viram rivais. Promete, né? Fomos conversar com Paolla, que vai viver Geisa, uma policial militar.

“As quatro começam com histórias diferentes, que vão se cruzando. Não existe um problema pessoal. As trajetórias vão se embolando mesmo, criando uma trama. A Geisa é zero periguete. Fica com o namorado da personagem da Isis, mas quem está sofrendo é ele, ela apronta, eu só sirvo de encosto. Interpreto uma boa pessoa, bom caráter, que tem humor. É uma personagem que cuida da família, daria pra ser mocinha, mas é diferente, luta MMA. A energia dela é muito física, é PM, faz aula de tiro… Um jeito diferente pra ser feminina, um registro novo de uma personagem que se espera pra mim, fora de um estereotipo. Estou praticando lutas, inclusive com uma treinadora especializada em defesa pessoal para combater violência doméstica, o que é muito bacana. A gente precisa saber se defender. Também estou fazendo aulas com armas, conhecendo meu cachorro, que é da polícia. A Geisa tem várias facetas, vamos ver se vai agradar. É muito correta no trabalho, impõe respeito, mas tem luz. Em casa, ela é solar. E é uma pessoa que se diverte com os amigos, vai dançar na gafieira. Isso a faz feliz”.

Sobre a curiosidade em relação ao figurino… “Já provei a farda, que não tem nada ajustado. Fetiche? Não sei como essa questão vai ser recebida… Mas o universo dela é bem masculino, ela gosta de coisas masculinas e é muito forte, ativa, presente fisicamente, o que é novidade pra mim. Essa personagem veio pra mexer um pouco com o pensamento de todo mundo, inclusive o meu”. (por Michelle Licory)

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