Novo “007” é a produção mais cara da história da franquia e precisa faturar mais de R$ 6 bilhões para não ficar no vermelho

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Daniel Craig como o famoso espião do serviço secreto britânico 007 || Créditos: Divulgação

O mais novo filme da franquia “007” mal estreou e já tem uma tarefa digna de um espião do serviço secreto britânico: faturar o equivalente a mais de R$ 6,5 bilhões. A quantia em questão foi divulgada pelo site ‘MovieWeb’ que afirmou que este é o valor que o longa precisa ter em vendas de ingressos para não dar prejuízo aos seus produtores.

Com direção de Cary Joji Fukunaga, o último trabalho do ator Daniel Craig no papel de James Bond, “007 – Sem Tempo para Morrer”, tinha sua estreia originalmente marcada para o início de 2020. No entanto, o filme acabou sendo continuamente adiado por causa da pandemia e deve, finalmente, ser lançado no próximo mês.

Às vésperas da grande estreia, “007 – Sem Tempo para Morrer” tornou-se o filme mais caro dos 25 longas da franquia. Isso porque os custos da filmagem ficaram na casa dos 214 milhões de libras esterlinas (mais de R$ 1,5 bilhão) e a pós-produção ficou pela pechincha de 199,5 milhões de libras (cerca de R$ 1,4 bilhão). E não parou por aí… Com os adiamentos sucessivos e os investimentos em marketing, somou-se ao valor um total de 464 milhões de libras (aproximadamente 3,3 bilhões de reais).

Vale lembrar que Craig é o responsável por dar vida ao espião do serviço secreto britânico desde 2006, quando foi lançado “007 – Cassino Royale”. Ele falou da sua vontade de deixar a franquia após “007 – Contra Spectre” de 2015, mas concordou fazer seu quinto e último filme como Bond em “Sem Tempo para Morrer”. Play para assistir ao trailer da produção:

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