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A advogada Alessandra Nuzzo || Créditos: Divulgação

No dia 25 de novembro de 1960, as irmãs Pátria, Minerva e Maria Teresa, conhecidas como “Las Mariposas”, foram brutalmente assassinadas pelo ditador Rafael Leônidas Trujillo, da República Dominicana, ao qual se opunham. As mortes repercutiram causando grande comoção no país e mais tarde a morte do ditador. Em 1999, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas instituiu 25 de novembro como o Dia Internacional da Não-Violência Contra a Mulher, em homenagem às “Mariposas”, transformando a data em um momento para reflexões sobre esse tema ao redor do mundo.

A cada hora, 503 mulheres são vítimas de violência no Brasil. Segundo dados do Instituto Datafolha, 29% das brasileiras relataram ter sofrido violência física ou verbal em 2016 – equivalente a 16 milhões de mulheres. Para a advogada Alessandra Nuzzo, formada em Direito pela Universidade Paulista e que atua na área de Direito de Família e Sucessões, a violência física e psicológica muitas vezes passa desapercebida pela nossa sociedade.

“Segundo a OMS, a violência psicológica é a espiral de todas as outras que ocorrem contra mulher, resultando inclusive, em casos mais graves, em feminicídio. É importante lembrar que violência é uma questão de gênero e não de classe social. Vemos cada vez mais mulheres pertencentes a classes mais abastadas trazendo à tona suas histórias e demonstrando assim o real cenário deste problema. O tema deve ser difundido para que haja a consciência de todos pelo fim da violência.”, comenta.

 

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