Mudanças de hábito, pautas sociais e maternidade… Uma conversa leve e necessária entre Joyce Pascowitch e Leandra Leal

0 Compartilhamentos
0
0
0
0
0
Joyce Pascowitch e Leandra Leal || Créditos: Reprodução

No final da tarde desta quarta-feira, Joyce Pascowitch recebeu Leandra Leal, capa da Revista J.P, para um papo sem filtro. Na conversa, a atriz, que soma mais de 30 prêmios na carreira, falou sobre a reprise da novela “Império”, em que ela interpretou a mocinha Cristina, maternidade, engajamento nas pautas sociais e ambientais, além das mudanças que viveu durante a pandemia, como o casamento com o cineasta baiano Guilherme Burgos e mais.

MUDANÇAS NA PANDEMIA
“Eu comecei a fumar tarde, aos 29 anos, fazendo um filme. Besteira mesmo. Parei antes da pandemia e durante a quarentena, no meio daquela ansiedade, daquele desespero, voltei. Para mim, o início da pandemia foi muito desesperador. Depois, quando entendi que fumar era uma comorbidade escolhida, isso pirou com a minha cabeça e parei de vez, ter uma coisa é você ter diabetes, pressão alta… São coisas que você não escolhe. Agora, fumar você escolhe. Eu estava me colocando no grupo de risco. Pensei comigo mesma que era dar muito mole.”

“Também casei na pandemia. Na verdade, já estávamos programando isso, a ideia era casar final do ano passado e acabou que com a quarentena fomos morando junto aos poucos e é isso: casamos! Numa cerimônia só nós dois e minha mãe, trocamos os anéis. Mas eu quero casar de noiva, porque ainda não fiz isso”.

MATERNIDADE
“A Julia é minha filha com o Alê Youssef, secretário de Cultura da cidade de São Paulo. Era um sonho meu de que a minha maternidade fosse por esse caminho. Acredito que você pode realizar a maternidade de várias formas e escolher a sua. A adoção foi a minha via, era o meu desejo desde criança. Não tenho explicação, deve ser coisa de outras vidas porque sempre tive esse sonho. Quando o Alê quis ter filho, falei pra ele dessa minha vontade e ele topou entrar na fila na mesma hora. Como ele também tinha um caso de adoção na família, fazia muito sentido. Acho que a maternidade sendo realizada dessa forma é a coisa mais mágica que eu já senti na minha vida. O encontro com a minha filha foi o maior milagre que já presenciei”.

Play para assistir o papo na íntegra.

Você também pode gostar
Solidão Pandemia

Depois da tempestade

O restaurante que eu frequentava antes da pandemia reabriu. Esteve fechado por meses, e eu o tinha como…