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Caetano Veloso e Gilberto Gil
Caetano Veloso e Gilberto Gil || Créditos: Juliana Rezende
Caetano Veloso e Gilberto Gil || Créditos: Juliana Rezende
Caetano Veloso e Gilberto Gil || Créditos: Juliana Rezende

Finalmente chegou a vez do Rio receber a turnê “Dois Amigos, Um Século de Música”, de Caetano Veloso e Gilberto Gil, que já passou por várias cidades da Europa e até por Israel antes de ser apresentada aos cariocas, essa sexta-feira no Metropolitan, na Barra da Tijuca. Fernanda Montenegro não poderia perder. Foi com a filha, Fernanda Torres, e o genro, Andrucha Waddington. Ao perceber que os dois passaram pela revista da equipe de segurança, de praxe, e ela não, soltou: “Ei, vai que eu estou carregando uma faca… Ou uma bomba!”  É, tem senhorinha bandida mesmo…

* Ah, e por falar em Andrucha… Se tivesse um prêmio para convidado mais efusivo, tinha que ser dele. Andrucha dançou sentado, jogava aos mãos pro alto o tempo inteiro, cantava junto, chorou – bastante, de ter que levantar o óculos – e fazia comentários de fã para um de seus filhos. “Cara, olha como ele toca sanfona no violão!” Quando Caetano entoou “Leãozinho”, o menino, que ostenta uma cabeleira, ganhou cafuné. Ah, no finalzinho o cineasta não resistiu e sacou o celular para guardar um registro só pra ele. Não dá pra fazer pose quando se trata de Gil e Caetano, não é, Andrucha?

* O show foi uma delícia. Os anfitriões como se estivessem na sala de casa, e Glamurama na primeira fila, mesa do meio, de cara pro gol, ao lado de Preta Gil, Bela Gil, Francisco Gil… Quando Caetano estava todo compenetrado no seu “Odeio Você”, lá no meio da letra, alguém gritou “mas eu te amo”, o deixando desconsertado. Só faltou perder o tom – e abriu um sorriso. Caetano foi o “soltinho” da dupla na noite. Enquanto o companheiro cantava “Andar com Fé”, ele foi para a beira do palco e fez uma dancinha bem – como dizer? – exótica.

* Gil estava mais concentrado, ficava olhando fixamente para um ponto no alto quando era a vez do repertório de Caetano, quase “em alfa”. Mesmo assim, instigou a plateia, a convidando a repetir suas onomatopeias improvisadas irreproduzíveis entre versos de refrão, e, antes do segundo bis, acompanhou Caetano em mais um momento dancinha, fazendo os passos das rodas de candomblé. Outros ápices da apresentação? “Luz de Tieta”, “Drão” e “Esotérico”. Memorável… Mesmo! Ou “histórico”, como definiu Reynaldo Gianecchini, que também fazia parte do público, assim como Malu Mader e Débora Bloch. Espie o molejo de Caê e veja quem passou por lá aqui embaixo! (por Michelle Licory)

 

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