Fernanda Lima: motivo de ciúme entre Ricardo Waddington e Boninho?

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Por Michelle Licory

Quando foi anunciado o fim de “Amor e Sexo”, em setembro do ano passado, Ricardo Waddington, o diretor da atração, disse que tinha outros planos para Fernanda Lima: “Se eu não tiver, alguém terá. Como quero continuar trabalhando com ela, tenho, sim.” No final das contas, o programa não acabou. Mas apareceu mesmo assim um certo alguém na vida da apresentadora: Boninho, que comanda o “SuperStar”, reality show com grupos musicais que terá a moça no palco. Pra quem não lembra, Boninho perdeu o “Video Show” para Waddington – e há rumores de que pode retomá-lo, por conta das fortes críticas. E foi Waddington o responsável por ela ter sido contratada pela Globo. Saia justa para Fernanda? Fomos perguntar.

* “O projeto do Boninho é bem ambicioso, e ele é um profissional de credibilidade e respeito. Sabe o que faz. É filho do Boni, né? Tem a manha de falar com o público. E tem se mostrado acessível. Me disse: ‘Não sou o cara que grita no ponto.’ Mas foi o Ricardo que apostou em mim primeiro e me deu o grande amor da minha vida profissional, o ‘Amor e Sexo’. São diretores diferentes, com pegadas diferentes, cada um no seu estilo. Não tem ciúme, não. E tudo encaixou bem. O ‘SuperStar’ termina em junho e ‘Amor e Sexo’ volta mais para o fim do ano.”

* Por que, depois de todos os argumentos que Waddington tinha para encerrar o “Amor e Sexo”, ele não acabou? “Foi baseado no sucesso dessa última temporada. Tivemos níveis muito altos de audiência. Foi uma decisão de cúpula. Acho que a dobradinha com o ‘The Voice’ [outro projeto de Boninho, olha só], um seguido do outro na programação, foi muito acertada.”

* O que esperar da nova temporada de “Amor e Sexo”? “Sexo explícito, basicamente. Brincadeira… Mas estamos fazendo reuniões, montando equipe. Depois de oito temporadas, o que falar? Quanto a mim, sou bem convencional, mas fui abrindo minha cabeça. Quando eu era mais nova, me preocupava mais com a performance do que com o prazer. Hoje sei que o mais importante é você ter prazer, para poder dar prazer ao outro. Aprendi muito com o programa.”

* O “SuperStar”, que estreia neste domingo, é ao vivo. Algum cuidado especial? “Tenho um exercício vocal gravado, das minhas aulas de canto. Tento sempre aquecer a voz, para não gaguejar, falar errado. E gostaria de fazer 15 minutos de meditação. Sempre peço esse tempinho para o pessoal que me arruma no camarim, mas nunca dá. De resto, vou precisar de muito rímel à prova d’água. E tomara que não role programa em dias de TPM. A música tem esse poder de me arrepiar, tomar conta do corpo e da alma.”

 

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