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“O Carnaval é uma aula de antropologia”. Assim Theodoro Cochrane definiu a maior festa do calendário brasileiro. Ele está aqui no Expresso 2222 e contou que não é um folião, mas sim um observador do agito.

* “Há sete anos saí na pipoca, acompanhando o Cortejo Afro. Aquilo é uma coisa incrível, tem uma força tão grande, mistura uma coisa africana, é impressionante. Mas hoje não estou mais preparado para ficar lá. Gosto de ficar aqui na varanda observando, olhando essa energia, as pessoas dançando, não tem como não se contagiar”, conta o ator e diretor de arte.

* Habituado a passar o feriado longe da multidão, Theodoro elegeu a folia de Salvador como a melhor do Brasil. “Acho essa festa melhor que a do Rio. É mais democrática e mais divertida…”.

Theodoro Cochrane: experiência antropológica no Carnaval de Salvador

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