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Juan Carlos e Corinna Larsen nos tempos em que os dois ainda se entendiam
Juan Carlos e Corinna Larsen nos tempos em que os dois ainda se entendiam || Créditos: Reprodução
Juan Carlos e Corinna Larsen nos tempos em que os dois ainda se entendiam
Juan Carlos e Corinna Larsen nos tempos em que os dois ainda se entendiam || Créditos: Reprodução

Mais uma vez uma suposta ex-amante de  Juan Carlos I, o ex-rei da Espanha, que abdicou ao trono em 2014, resolveu vir a público para acusar novamente o outrora Sua Majestade de ter lhe presenteado com depósitos em dinheiro que somariam até US$ 100 milhões (R$ 514,8 milhões), sempre vindos de origens questionáveis, e de agora estar louco atrás dela pedindo a bolada de volta com juros e correção monetária. A “injustiçada” é Corinna Larsen, uma socialite que hoje em dia vive reclusa em Londres e resolveu dar sua versão dos fatos nessa semana para o jornal “El País”, o mais lido da Espanha, naquilo que se tornou um dos assuntos do momento no país.

Larsen, que entre idas e vindas afirma ter vivido um romance de quase 10 anos com Juan Carlos, resolveu processá-lo pelo que considera ser um deselegante e, acima de tudo, ilegal pedido de retorno de mimos. Mais do que isso, ela garante saber de coisas que poderiam causar muitos estragos à reputação do antecessor de Felipe VI, primogênito dele, e aos demais integrantes da Casa Real de Borbón-Anjou.

Mulher de Juan Carlos e mãe de Felipe VI, a ex-rainha Sofia da Grécia não está nem aí para os apuros do marido, que já acionou seus advogados a fim de tentar convencer Larsen a, quem sabe, devolver ao menos um pouco dos milhões que teria recebido na faixa e ficar com o restante em troca de um acordo de confidencialidade muito bem selado.

Em agosto do ano passado, conforme contamos aqui na época, Larsen, então identificada pela imprensa como Zu Sayn-Wittgenstein, uma mulher de negócios holandesa, já tinha colocado a boca no trombone para acusá-lo de ter-lhe transferido US$ 77 milhões (R$ 396,4 milhões) só para depois pedir tudo de volta mais tarde. Na ocasião, até as Cortes Gerais da Espanha (o equivalente a um parlamento por lá), cogitaram intimar o encrencado ex-royal para depor em uma investigação sobre um esquema de corrupção que envolvia bilhões de dólares, suas ligações supostamente próximas demais com a família real da Arábia Saudita e inclusive sua predileção por se manter “entretido” fora do casamento de quase seis décadas com Sofia. (Por Anderson Antunes)

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