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Cena do filme “Tramontane”, o crachá de Caroline Oliveira para o Festival de Cannes e o elenco do longa durante a première do filme || Créditos: Arquivo Pessoal/Divulgação

Não é só “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho, que representa o Brasil em Cannes nesta edição. Em paralelo à 69ª edição do Festival de Cinema de Cannes, acontece também na cidade do Sul da França a 55ª da Semaine de La Critique: evento que tem como foco destacar novos talentos da indústria cinematográfica. Por lá, quem marcou presença com golaço foi a produtora paulistana Caroline Oliveira, com o longa “Tramontane”, dirigido por Vatche Boulghourjian. “Trata-se de uma produção feita entre Líbano, França, Emirados Árabes e Qatar, que teve apoio do Sundance Institute, workshop do tipo disputado”, disse Caroline ao Glamurama.

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Cartaz do filme “Tramontane” || Créditos: Divulgação

“O filme foi rodado no Líbano pelo diretor e escritor libanês Vatche Boulghourjian, que eu conheci enquanto estudava na New York University (NYU). No início era somente eu, ele e meu marido, James Lee Phelan, diretor de fotografia do filme. Depois entraram os produtores Georges Schoucair e Gabrielle Dumon. Foi quando a gente sentiu que o projeto ia tomar fôlego”, diz ela.

O longa levou 4 anos para ficar pronto e, embora não tenha vencido como Melhor Filme – prêmio entregue nessa quinta para “Mimosas”, de Oliver Laxe -, foi aplaudido de pé após sua exibição no evento (vídeo abaixo). Já comprado pela França, deve estrear no país daqui 6 meses. O filme conta a história de Rabih – Barakat Jabbour -, músico cego que viaja para o Líbano depois de descobrir que não era filho biológico de seus pais, em busca de sua verdadeira história. “Quando recebi o convite, não acreditei. Estava em um parquinho em Los Angeles com meu filho e comecei a comemorar, e ele começou a comemorar comigo”, contou Caroline.

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