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Capa do livro “Meghan – A Hollywood Princess” e Andrew Morton com a biografia da princesa Diana || Créditos: Divulgação
Capa do livro “Meghan – A Hollywood Princess” e Andrew Morton com a biografia da princesa Diana || Créditos: Divulgação

O jornal britânico “The Sun” publicou na capa de sua edição desta terça-feira trecho de um dos livros mais aguardados do ano: a biografia não-autorizada de Meghan Markle. Escrita pelo mesmo autor da polêmica biografia da Princesa Diana, foi escrito em tempo recorde. Andrew Morton já colecionava fatos sobre a atriz americana, que troca alianças com o Príncipe Harry em maio, mas o trabalho entrou em ritmo acelerado quando o namoro virou noivado e o casamento foi anunciado oficialmente no final do ano passado.

Glamurama traduziu trechos do texto mostrado pelo “The Sun” para matar a curiosidade sobre “Meghan – A Hollywood Princess”, que tem data de lançamento marcada para 12 de abril.

“A imagem da rainha Elizabeth e da mãe de Meghan, Doria Ragland, afro-americana, juntas na St. George’s Chapel, será um momento simbólico. Uma é descendente de escravos e a outra é a monarca que está há mais tempo no trono na história britânica.”

“Meghan, que já provou ser uma escolha extremamente popular como noiva do Príncipe Harry, vai honrar a instituição da qual passa a fazer parte trazendo frescor, diversidade e calor para os corredores gelados do Palácio de Buckingham.”

“Certamente as credenciais de Meghan mostram que ela é, sim, muito especial. Tinha apenas 11 anos quando escreveu para a gigante Procter & Gamble para reclamar de um comercial sexista que vendia detergente com o mote “mulheres em toda a América lutam para remover sujeira de panelas”. Ela e a os colegas da escola assistiam comerciais de tevê para fazer um trabalho e a reação de dois amigos, que fizeram piadas sobre mulheres pertencerem à cozinha, despertou o desejo de falar sobre o assunto. Meghan escreveu não só para o CEO da Procter & Gamble, dizendo que a campanha deveria trazer “pessoas de toda a América”, mas também para a primeira-dama dos Estados Unidos (na época, Hillary Clinton). O anúncio foi alterado e várias emissoras de TV foram até a escola de Meghan para entrevistá-la sobre sua campanha. Vinte anos mais tarde, ela refletiu sobre aquele episódio: ‘Naquele momento percebi a magnitude das minhas ações. Com apenas 11 anos, gerei um pequeno impacto ao me posicionar sobre igualdade’.”

“Esse espírito representa uma oportunidade e um desafio dentro da família real. Bem antes do Príncipe Harry ter mudado sua vida, Meghan já articulava o que seria seu manifesto. Depois de uma visita a Ruanda, ela escreveu em seu antigo blog, o The Tig: ‘Minha vida se alterna entre campos de refugiados e tapetes vermelhos. Eu escolho viver os dois porque realmente acho que podem coexistir. Eu sempre quis ser uma mulher que trabalha e este tipo de trabalho alimenta minha alma e me inspira a seguir meu propósito’.”

“Seus fãs e admiradores estão ansiosos para ver os próximos episódios de sua grande aventura real. Com sua inteligência, sofisticação, beleza e talento, Meghan representa o sonho americano de alcançar sucesso trabalhando duro. Sua vida se encontra com a de Harry num momento em que os dois já se mostraram dignos de respeito acima dos privilégios que ele herdou. Apesar de terem vindo de diferentes culturas, a união dos dois coroa um simbólico momento de aproximação entre a monarquia e a república.” (por Gabi Chanas)

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