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Bruna Lombardi e seu livro, “Jogo da Felicidade” || Créditos: Divulgação

Bruna Lombardi lança no dia 08 de dezembro, em São Paulo, seu novo livro, “Jogo da Felicidade”, publicado pela editora Sextante. Glamurama entrevistou a autora – que também é atriz, poeta, apresentadora, roteirista, produtora de cinema, empreendedora e ativista ambiental – para saber mais detalhes sobre a publicação, que chega às livrarias 7 anos depois que Bruna lançou seu último livro, “O Signo da Cidade”. Em pauta, uma essência do que será encontrado no livro e ainda um recado aos incrédulos e pessimistas. Leia abaixo.

Glamurama: Como surgiu a ideia de escrever o “Jogo da Felicidade”?
Bruna Lombardi:
“O tema do livro permeia minha vida há muito tempo. A ideia surgiu de forma muito orgânica, ao passo que me dei conta do crescimento enorme e rápido da minha página no Facebook, criada há cerca de um ano. Lá, comecei a escrever o que achava, o que penso, e hoje  recebo mais de 100 mil mensagens por semana. Com isso se cria uma enorme responsabilidade, e foi essa responsabilidade que me incentivou a escrever o livro, como mais uma maneira de distribuir uma energia legal.” (A página já ultrapassou a marca de 1,6 milhão de likes, recebe mais de 100 mil mensagens por semana, e está entre as mais influentes do Brasil.)

Glamurama: No prefácio, você diz que o livro pode ter um resultado específico conforme o momento em que o leitor se encontra na vida.Isso faz dele um livro para todos?
Bruna Lombardi:“Sim, absolutamente para todos. Eu sentia que a jornada de todos nós é igual. O destino é único, mas a jornada não. Seja uma coisa pequena ou grandiosa, uma história de amor, ou projeto de trabalho. Todas as coisas atravessam. Ele é um manual de vida. Aos 11 anos eu ouvi uma frase muito legal: ‘A gente precisa ser sábio antes de envelhecer’, de William Shakespeare, ela mexeu muito comigo.”

Glamurama: Quais são seus escritores favoritos?
Bruna Lombardi: “Leio de Marcelo Rubens Paiva a Oscar Wilde, passando por Carlos Drummond de Andrade e Guimarães Rosa. Sou muito eclética para tudo.”

Glamurama: Suas motivações de hoje são as mesmas do início de sua carreira? O que mudou?
Bruna Loombardi:“
Eu acho que a gente varia a experiência de vida, e acho que essa experiência vale mais do que qualquer outra coisa. O l ivro fala muito sobre isso. A minha visão hoje consegue ser muito mais abrangente do que antes, mas a força motivadora é muito parecida.

Glamurama: Algum recado aos incrédulos e pessimistas?
Bruna Lombardi:
 “Eu tenho amigos queridos que dizem: ‘Acho tão legal como você acredita, mas eu não acredito’. O mundo está em desencanto. Vivemos um mundo super conturbado com uma avalanche de notícias que a gente recebe por minuto. A felicidade do outro me estimula como a dor do outro me afeta inevitavelmente. Não adianta nos isolarmos. Nós somos serem absolutamente conectados. Este desencanto está ligado à falta de conexão da pessoa com ela mesma. Assim as coisas começam a acontecer em desalinhamento. É preciso alinhamento!”

Glamurama: A respeito do comentário que o Jô fez enquanto te entrevistava esta semana [ sobre sonhos eróticos que tinha com Bruna quando ela tinha apenas 9 anos], como você se sentiu?  
Bruna Lombardi: “Foi uma brincadeira apenas…”

* O lançamento do livro acontece em São Paulo na livraria Cultura do Conjunto Nacional a partir das 19h e no Rio na quarta-feira no mesmo horário, na livraria Da Travessa do Shopping Leblon.

*No dia 25 de janeiro, Bruna lança seu novo filme: “Amor em Sampa”. Uma história de amor com toque de humor que mostra São Paulo como ela deveria ser. “A gente não pode continuar em uma cidade que cada vez se desumaniza mais”, diz Bruna.

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