a biomédica Jaqueline Góes de Jesus, responsável por sequenciar o genoma da Covid-19 || Créditos: Reprodução

Biomédica brasileira vira Barbie em linha da boneca com mulheres que atuam contra Covid-19

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a biomédica Jaqueline Góes de Jesus, responsável por sequenciar o genoma da Covid-19 || Créditos: Reprodução

Lembra quando a Barbie lançou a linha “Profissões” há mais de 50 anos? Desde então, a boneca já teve mais de 180 carreiras, incluindo médica, astronauta, policial, chef de cozinha, bailarina, piloto de avião e professora. Agora, em 2021, o brinquedo que sempre foi pioneiro – afinal, a Barbie “foi para o espaço” pela primeira vez em 1965, quatro anos antes do primeiro homem pisar na Lua – decidiu homenagear mulheres que fazem a diferença na luta contra o novo coronavírus. Entre as seis escolhidas, uma brasileira: a biomédica Jaqueline Góes de Jesus, responsável por sequenciar o genoma da Covid-19.

Aos 31 anos e natural de Salvador, Jaqueline é filha de uma enfermeira e de um engenheiro civil e atualmente é pesquisadora bolsista da  Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), em nível de pós-doutorado, no Instituto de Medicina Tropical de São Paulo — Universidade de São Paulo (IMT-USP). Trilhando uma trajetória de sucesso na biomedicina, a brasileira, antes de se debruçar sobre a pesquisa do novo coronavírus, participou da equipe que sequenciou o genoma do vírus da zika.

Além dela, outras cinco cientistas também foram homenageadas com uma versão da boneca: Sarah Gilbert, que liderou a criação da vacina de Oxford-AstraZeneca, Chika Stacy Oriuwa, psiquiatra canadense residente na Universidade de Toronto que lutou contra o racismo sistêmico na área da saúde, Kirby White, médica australiana que foi a pioneira na criação de uma bata cirúrgica que pode ser lavada e reutilizada por trabalhadores da linha de frente durante a pandemia, a enfermeira Amy O’Sullivan, que tratou do primeiro paciente com Covid-19 no Hospital Wycoff, em Nova York, e Audrey Cruz, médica da linha de frente em Las Vegas.

Segundo a fabricante Mattel, a escolha por homenagear estas profissionais representa um novo perfil de modelos para a marca que busca reconhecer os papéis sociais da mulher e incentivar jovens meninas.

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