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Angélica não vê a hora de reencontrar seu público em ‘Simples Assim’. E esse momento rola neste sábado, depois de ‘Toma Lá da Cá’. O primeiro programa terá como tema ‘A Curva da Felicidade’ foi gravado antes da crise sanitária provocada pelo novo coronavírus. Em uma dinâmica, os convidados, de diferentes faixas etárias, vão contar suas experiências para mostrar por que os mais jovens e os mais velhos estão na extremidade da curva, em uma posição mais confortável perante àqueles com idade média entre 35 e 50 anos, que segundo o estudo, estão na fase mais crítica da vida.

“O programa vai trazer uma Angélica aprendiz, curiosa, mais ouvinte do que nunca. Uma Angélica que terá o aprendizado dos caminhos que as pessoas estão tomando para serem felizes, junto com o público. Além disso, vai relembrar um pouco algo que ela sabe fazer bem, que é atuar, e ainda vai deixar uma pulguinha atrás da orelha das pessoas que assistirem ao programa. E vai mostrar que todo mundo pode ter a condição de aprendiz, de olhar e criar identificação. Só quem cria a identificação se iguala”, aposta o diretor Geninho Simonetti.

Confira o que apresentadora fala dessa nova fase:

Qual o significado desse programa para você?
Esse programa representa o momento atual da minha vida, as minhas buscas e, principalmente, os meus aprendizados. Hoje, eu quero dividir com o público aquilo que me faz bem. Sempre recebi muito carinho dos fãs, que me acompanham há muito tempo. Atingir positivamente uma, duas pessoas ou três milhões é o meu desejo no momento.

Como você conceituaria o ‘Simples Assim’?
A ideia do programa é fazer bem às pessoas, ser uma companhia para elas e propor a reflexão. Espero que cada um que assista se sinta acolhido. Através dos temas que escolhemos mostrar, o que buscamos é a identificação, trazer as pessoas para dentro do programa, mesmo que elas estejam do outro lado da tela. Que façam parte daquelas histórias e se identifiquem nas alegrias, nas angústias. Assuntos que, no fundo, são iguais para todo mundo. E, porque não, tentar ajudar para que as pessoas não apenas se enxerguem ali, mas também enxerguem o outro, com um olhar de empatia, sem julgamentos.

Que Angélica o público vai reencontrar no programa?
Olha, é a Angélica que o público já conhece, mas uma Angélica mais feliz, mais inteira e no papel de aprendiz. Como eu comecei muito cedo, sempre tive uma trajetória acompanhada por todos, e de forma muito espontânea. As coisas que aconteceram na minha vida eram transmitidas através da televisão, sem personagem, mas agora tem uma Angélica mais segura do que está fazendo, que teve um tempo para se planejar, para escolher, decidir sobre esse novo “filho” que está nascendo. A alegria e o prazer que batem quando você tem tempo para fazer as coisas são muito maiores, e a gente fica mais inteiro naquilo.

Os fãs aguardavam sua volta. Feliz com o reencontro?
Estou muito feliz de voltar, de estar de volta à televisão e também estou com muita saudade. Esse tempo que a gente deu, essa pequena distância, foi muito legal e fundamental para aumentar a vontade de estarmos juntos de novo.

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