Artesanato, novas lojas e recordes: um papo com Liana Thomaz, da Água de Coco

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Liana Thomaz || Créditos: Arquivo pessoal

Logo antes de o desfile de Verão 2016 da Água de Coco neste segundo dia de semana de moda paulistana, a estilista Liana Thomaz bateu um papo com Glamurama enquanto corria de um lado para o outro e ainda almoçava um risoto de quinua. A pauta? Os detalhes da coleção da sua marca de beachwear, que comemora 30 anos nesta edição do evento. A coleção foi produzida no Ceará, estado onde a marca nasceu e serviu de principal inspiração para esta temporada. “Levei toda a minha equipe para lá e conseguimos recrutar aproximadamente 100 artesãs locais, em diferentes cidadezinhas no interior do estado. Foi um desafio e tanto, pois apesar de terem habilidades perfeitas como dominar o bordado rechilieu e a renda Labirinto, não sabiam exatamente como fazer da forma que precisávamos. Durante o processo, foi preciso de muita cooperação para que nossas equipes pudessem se comunicar, e assim realizar o trabalho perfeitamente”, disse.

Depois de ver tudo perfeitamente pronto e lindo nas araras, Liana reconhece que o trabalho todo valeu e nos mostrou uma bata toda bordada à mão, seu xodó e maior aposta da coleção. “Esta peça, por exemplo, passou por diversos processos manuais até ser concluída. Foi um trabalho muito minucioso”.

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Sobre planos de  expansão, Liana entrega que neste ano, “só para começar”, a marca está abrindo 3 lojas.

Férias? “Nem pensar”. A estilista entrega que agora vem a segunda parte pesada do trabalho: fazer acontecer a produção total das peças, que vão abastecer as mais de 25 lojas da marca espalhadas pelo Brasil, multimarcas, e ainda serão enviadas para fora do Brasil, para o site da americana Saks, onde a estilista comemora ter batido um recorde com a venda de 90% do total da mercadoria, e para a Harrods, em Londres, com 97% da mercadoria total vendida. “A importação é algo que está acontecendo naturalmente para nós”. Sucesso!

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